Foto: Bruno Coelho
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O Oi Vitória Pop Festival, que aconteceu na noite desta sexta-feira (18), movimentou a noite capixaba atraindo gente bonita para prestigiar a música. O evento ofereceu 12 horas de muita animação e é motivo de orgulho para o empresário Marcus Buaiz, que não escondeu a satisfação em realizar o festival: "Para mim é uma emoção indescritível fazer um evento em qualquer lugar do Brasil, mas é uma emoção muito especial trazer um evento para o Espírito Santo", disse Buaiz.
Indagado sobre a escolha das bandas que se apresentaram na noite de ontem, Marcus destaca a importância de atrair a todos os tipos de públicos. Segundo o empresário, "esse é o objetivo, agradar todos os gostos e todas as escolhas". O responsável pela realização do Festival destaca que Jota Quest, O Rappa e Mc Sapão foram eleitos pela escolha popular via internet: "A adesão não é minha, é do público", reforça.
Foto: Bruno Coelho
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Para abrir a noite de shows do Oi Vitória Pop, o grupo capixaba Velho Scotch se apresentou carregando a responsabilidade de representar a música do Espírito Santo no festival. Com desenvoltura no palco, os seis integrantes da banda deram conta do recado e agradaram o público presente. As músicas "Filho Ingrato", com a qual abriram o show; "Anos 80", "Rock Marginal", "Tropeço", "Meus 20 anos", "O Parto", "Daby Dolly" e "Trago um Blues", levantaram a platéia.
De acordo com o empresário da banda, Paulo Bessa, os membros do Velho Scotch se sentem orgulhosos de representar o Espírito Santo na ocasião e, poder levar o estilo deles ao público, que segundo Bessa, é diferente de todas as outras bandas capixabas. No meio da apresentação, o vocalista do grupo mostrou à que veio e afirmou: "Tudo que é samba vira rock marginal", se referindo à canção composta especialmente para o álbum do Velho Scotch.
Após a única banda capixaba fazer show no palco do Festival, foi a vez do grupo carioca "Sobrado 112" mostrar sua mistura de ritmos. O grupo não deixou o público perder o fôlego e fez uma apresentação com balanço atraente movido pela percussão e pelo som de um trompete. A banda é do Rio de Janeiro e preparou a entrada tão esperada dos integrantes do Jota Quest. Liderado pelo vocalista Rogério Flausino, a banda mineira teve seu nome chamado pelo público para subir ao palco.
Embalando sons do novo CD, "La Plata", e canções antigas que marcaram a carreira do grupo, o "Jota" mesclou músicas calmas com melodias mais agitadas, mantendo o público atento e envolvido. Usando óculos escuros, o líder e vocalista da banda ensaiou rápidos passos de dança que levaram a platéia ao delírio. Após o show dos quatro rapazes de Minas Gerias, foi a vez de "O Rappa" divulgar as canções de seu novo álbum.
Foto: Bruno Coelho
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Com nome de "7 Vezes", o novo trabalho não ofuscou as músicas já conhecidas pelos fãs. Chamados ao palco por um integrante da equipe técnica, a voz de Falcão causou fervor na platéia com a interpretação da música "Maneiras", de Chico da Silva. Por várias vezes durante a apresentação, o vocalista não escondeu sua satisfação em se apresentar em terras capixabas e, no fim do show, pediu ao baixista que não encerrassem naquele momento para cantar mais uma música. O pedido foi atendido e "O Rappa" interpretou duas músicas além do que estava previsto pela produção da banda.
Para fechar a noite com chave de ouro, o funkeiro Mc Sapão manteve o ritmo animado da galera que compareceu ao gigante do Álvares Cabral e agradou. "Todos os shows foram ótimos e se ano que vem tiver mais, eu volto", afirmou a universitária Fernanda Dantas, de 20 anos. "Teve música para todos os gostos", finaliza a estudante.
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