Novo Zoom Pegasus Turbo chega mais rápido e turbinado “Na Vitrine”

O mais recente lançamento da Nike começou a ser vendido para os “seguidores” da marca nesta quinta-feira (19). O modelo Pegasus Turbo, uma versão mais rápida do tênis mais icônico de corrida da Nike: Pegasus 35, foi desenvolvido a partir do feedback de corredores de elite. 

Inspirado nos modelos Nike Zoom Vaporfly Elite e no Zoom Vaporfly 4%, que dominam as principais maratonas do mundo, o novo Pegasus traz na entressola a mesma espuma Zoom X ultra-responsiva e design aerodinâmico no calcanhar.

O Nike Zoom Pegasus Turbo está disponível exclusivamente para membros de nike.com até o próximo domingo, dia 22 de julho. As vendas para o restante do mercado serão abertas a partir de 2 de agosto em nike.com e revendedores selecionados. Para mais informações acesse www.nike.com.br.

Retorno de energia – A espuma, usada em três modelos de tênis, é a mais leve da marca e promete, segundo a Nike, 85% de retorno de energia. E o que seria esse “retorno de energia?”
 

A Nike usa a física para explicar! “A energia só pode ser transferida – nenhum sistema é capaz de criá-la ou destruí-la”. O que a espuma faz é reduzir a quantidade de energia que se perde pelo tênis cada vez que ele é comprimido, no momento em que o atleta aplica força a ele. Na corrida, essa força costuma ser uma combinação de passadas, pace e peso. A espuma faz essa “economia” de energia quando volta ao formato original, no momento em que o pé do atleta sai do chão. Quanto mais próxima ao formato original, mais energia é devolvida para a espuma”, detalha a Nike.

A principal diferença quando comparado aos modelos Nike Zoom Vaporfly Elite e 4% é que o Nike Pegasus Turbo não possui a placa de fibra de carbono. De acordo com a marca, essa foi uma decisão estratégica: “a placa aumenta a rigidez do tênis, responsável por proporcionar a sensação de propulsão, que ajuda o corredor a sair do chão mais rápido. Porém, feedback de atletas de elite que já correram (e venceram) maratonas importantes usando estes tênis – incluindo Eliud Kipchoge e Galen Rupp – mencionaram que a placa é o que torna estes outros modelos ideais para dias de prova, só que seria um recurso exagerado em dias de treino. A partir daí surgiu a ideia de usar a ZoomX (a espuma que devolve mais energia do que qualquer outra usada pela Nike) sem o uso da placa, para garantir uma corrida mais confortável para a jornada de treinos que antecedem às provas.

Raio-x do têniS

  • O cabedal tem uma malha translúcida e sem costuras, que deixa à mostra os cabos Flywire responsáveis por dar mais firmeza e ajuste ao tênis.
  • Amortecimento composto pela espuma ultra-responsiva Zoom X combinada com uma camada de Nike React (para aumentar a durabilidade e a estabilidade do tênis).
  • Tecido acolchoado na região do “colarinho” foi desenvolvido para proteger o calcanhar de Aquiles e evitar atrito ou irritação nessa área sensível.
  • As pequenas ranhuras texturizadas no solado padrão waffle ajudam a absorver o impacto e garantem tração em diferentes tipos de superfície.
  • Offset de 10mm

Absorção de impacto – Para explicar o quesito amortecimento de impacto, a Nike faz uma analogia. “É mais ou menos assim: os tênis de corrida funcionam como amortecedores de impacto para o nosso corpo. Em um carro, o amortecedor serve para reduzir o “sacolejo” dos movimentos e manter controle quando o automóvel passa por um buraco ou saliência na rua. Em um caminhão, a energia precisa ser absorvida sob um peso bem maior, e com uma carroceria mais parruda. Já em um carro de corrida, o papel do amortecedor é manter o veículo o mais próximo possível do solo com estabilidade, aumentando a velocidade e o controle sobre a máquina. Ou seja: cada tipo de máquina exige um amortecedor diferente, que desempenhe uma função diferente. O importante é ter o amortecedor certo para a necessidade de cada veículo. Assim como os carros, a escolha do tênis deve ser adequada a cada tipo de corrida dentro do ciclo de treinos do atleta.

Daniela Künsch

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Daniela Künsch é jornalista desde 2002, editora chefe do jornal Folha Vitória e corredora amadora. Depois de chegar aos 133 quilos, perdeu 65, e encontrou na corrida força e inspiração para não voltar à obesidade.