Dia dos Namorados: eles são unidos no amor e nas corridas

O amor está na pista. No clima do Dia dos Namorados, o blog Corrida de Rua mostra que “casal que corre junto permanece junto”. Eles compartilham o amor pelo esporte e, lado a lado, já deixaram muitos quilômetros para trás. Inspire-se na história de dois casais de corredores e veja que, talvez, a sua paixão pode estar no pace logo ao lado.

Janusa e Alexandre

A advogada e bancária Janusa Karla Venturim Santana, de 34 anos, e o comerciante Alexandre Lacerda Faé, 36, foram unidos pela corrida.

Tudo começou quando Janusa integrava a antiga assessoria de corrida Helayne e Aryane. Foi aí que Alexandre foi convidado para integrar uma equipe do Desafio Vitória x Anchieta em 2014, já que ele não corria por assessoria.

“Ele acabou se tornando amigo da Helayne e ficou para treinar para a Maratona de Salvador, que aconteceria dali a 5 meses. Nesse meio tempo, nos conhecemos melhor e começamos a namorar, e ele não saiu mais de perto de mim nem da assessoria (risos)”, contou Janusa.

Janusa e Alexandre foram unidos pela corrida e hoje fazem provas juntos

Ela comprova a tese de que fazer exercício com a pessoa amada é muito bom para turbinar a paixão e, na medida do possível, fazem os treinos e corridas juntos. “Às vezes, em distâncias diferentes, mas sempre estamos juntos! Só não consigo acompanhar o pace dele (risos)”.

Janusa garante que o fato de ambos serem corredores facilita bastante a vida do casal. “Conseguimos ser mais compreensivos com os projetos pessoais de cada um referentes ao esporte. Na maioria das vezes , acordamos nos mesmos horários e vamos para os mesmos lugares. Quanto à alimentação, eu tento ser mais regrada, mas ele já topa qualquer negócio, mesmo que tenha distância longa para correr no dia seguinte”.

A corredora ainda afirmou que a corrida trouxe vários benefícios para a vida deles, atualmente casados. “Ajudou em muitos aspectos. Somos muito parceiros e apoiamos sempre o projeto do outro! O fato de Alexandre já ter feito várias ultramaratonas, na sua grande maioria, eu era o apoio dos treinos e nos dias de provas… e vice-versa!”.

Grazieli e João Luiz

A coordenadora de mídia Grazieli Fiorese, de 37 anos, e o gestor de negócios João Luiz Aguiar Júnior, 39, sempre foram muito ligados ao esporte.

Ela corria e praticava musculação e ele surfava (bodyboarder) e nadava. Após incentivo dela, agora ele corre também. Atualmente, conseguem treinar e correr juntos. “Isso faz muita diferença, principalmente no ano passado, quando treinamos para uma maratona. Os treinos eram intensos e desgastantes e tivemos a parceria, a compreensão e o incentivo um do outro”, contou Grazieli.

A corredora garante que o fato de ambos correrem facilita muito a vida do casal e ressalta que a corrida fortalece o elo. “Praticar esporte é essencial para manter a saúde e o corpo em dia, além de ser uma ótima opção para afastar os efeitos causados pelo estresse diário. O estímulo que um exerce sobre o outro e a busca de objetivos se tornam mais fáceis com a ajuda de seu parceiro, além do tempo que passamos juntos, que aumenta e fortalece ainda mais os laços da nossa relação”.

Grazi e João Luiz correm juntos e fortalecem os laços da relação

Grazieli ainda se lembra de uma situação delicada em que a corrida os ajudou bastante: “Minha sogra teve um problema de saúde e tivemos que cuidar dela durante 3 meses. A corrida foi o nosso único momento de lazer e convivência com os amigos”.

Agora, eles estão prestes a ganhar a medalha mais valiosa e preciosa da vida a dois. Ela está indo para o quarto mês de gestação (ainda não sabe o sexo do bebê) e, mesmo carregando esse mais novo amor na barriga, garante que a paixão pela corrida vai continuar firme e forte.

“Como sempre pratiquei exercícios físicos, meu médico me autorizou a continuar com a corrida, no entanto, com moderação e sempre observando os sintomas. Faço acompanhamento mensal com ele. O meu plano de corrida foi e está sendo totalmente adaptado pela minha treinadora, conforme o meu período gestacional. Minha percepção do esforço deve ser de leve a moderada, sendo então a prática feita em segurança para mim e para o bebê”, disse Grazieli.

Parabéns, casais. Que tenham muitos kms pela frente e conquistem muitas outras felicidades e medalhas.

Matheus Thebaldi

(62Publicações)

Acompanhava as pessoas nas corridas e ficava impressionado com tamanho fôlego e com tanta disposição até a chegada. Mal corria na esteira. Foi quando fiz uma prova para concurso em 2009 e a mesma exigia o famoso TAF, tendo que correr 2,4km em 12 minutos. Comecei a treinar e não parei mais. Não passei na prova, mas me tornei um viciado em corrida de rua, tendo já feito, inclusive, três maratonas.

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