Presidente garante segurança e Desportiva encara Avaí na Copa do Brasil, em Cariacica

Com novo formato, a primeira fase da disputa é realizada em apenas um jogo, no qual o vencedor passa para a próxima fase. O visitante, no caso o Avaí, avança em caso de empate

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Foto: Henrique Montovanelli
A Desportiva encara o Avaí, às 19h15, no estádio Engenheiro Araripe Foto: Henrique Montovanelli

Nesta quarta-feira (15) a Desportiva Ferroviária encara o Avaí, às 19h15, no estádio Engenheiro Araripe, no município de Cariacica, na estreia da Copa do Brasil. O clube é o único representante do Espírito Santo na competição.

Com novo formato, a primeira fase da disputa é realizada em apenas um jogo, cujo vencedor passa para a próxima fase. O visitante, no caso o Avaí, avança em caso de empate. 

A partida quase foi transferida para outro estado por causa da insegurança decorrente da crise na segurança do Espírito Santo. Porém, a CBF confirmou a realização do jogo em Cariacica faltando apenas dois dias para o confronto.

A promessa é de agressividade da equipe capixaba frente aos catarinenses. "A Desportiva vai adotar uma postura agressiva, porém, jogando com cautela, pois para nós, só a vitória interessa. O time está consciente, com responsabilidade e focado na partida. Esperamos um bom resultado para que possamos avançar na competição", diz o presidente da Desportiva, Wilson de Jesus.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) ainda não confirmou, mas a presidência da Tiva garantiu que na partida desta noite 30 policiais militares e mais 15 vigilantes particulares estarão presentes no Araripe.

"Sobre a segurança o torcedor pode ficar despreocupado. Já conversei com o capitão do efetivo que dará todo o suporte de segurança no jogo de hoje. Os policiais estarão presentes no estádio já as 17 horas. Não há motivos para preocupação", garante o presidente da Desportiva.

A falta de policiamento na Grande Vitória na semana passada mudou a rotina dos treinos, mas segundo Wilson de Jesus, isso não tirou o empenho dos jogadores. "Não foi nada que não pudesse ser superado. Mesmo com a rotina alterada, realizamos os treinamentos. O treinador está satisfeito com o resultado", diz.

A insegurança prejudicou também a venda dos ingressos para a partida. Com a paralisação da PM, os correios ficaram fechados por um tempo e os bilhetes que são fabricados no Rio Grande do Sul demoraram a chegar no Espírito Santo e só começaram a ser vendidos na manhã desta quarta-feira (15). Apesar dos contras, a organização do jogo espera aproximadamente 4 mil pessoas.

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