Regras e Limites na Infância

Olá,

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Casos da (minha) vida real…

“Hoje foi dia do Petrus – 3 anos – voltar à escola.

Decidido, pegou o brinquedinho novo que ganhou da Tia Marina e disse que levaria consigo.

Eu: Filho, o dia do brinquedo pe na sexta-feira e hoje é segunda. Deixe para levar o brinquedo na sexta.

Ele: Eu quero levar hoje!

Eu: É que existem as regras… E se fugirmos às regras temos consequências…

Ele: Eu não tenho regras! Você tem regras… A Tia Marina tem regras… Mas eu não tenho regras!!!

Colocou o brinquedo na cama e foi para a escola.”

Há aqui uma situação que nos demonstra, claramente, uma criança de temperamento forte, impulsiva, que não fica sem resposta, que não dá o braço a torcer mas que… já entendeu e se submeteu às regras sociais. (Pelo menos a esta do brinquedo!)

Não há necessidade de buscar continuar a discussão. O objetivo já foi alcançado. Até porquê, de cabeça quente, os bons resultados de continuar a comunicação são quase impossíveis.

Cabe ao adulto perceber que o objetivo – não levar o brinquedo – foi atendido e não exigir ainda que a criança fique feliz e saltitante com isso. Respeitar sua raiva e frustração diante de algo que lhe foi contrário e deixar a conversa para outro momento, se ainda achar necessário.

Assim ficamos felizes com o que conseguimos – cumprimento da regra. E não damos foco no que não foi perfeito – o falatório de uma pessoa de temperamento forte.

Sucesso na caminhada de educação empreendedora!

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