TDAH – Cuidado com o diagnóstico por comparação

Olá,

O TDAH está cada dia mais comum… mas cuidado com o diagnóstico por comparação…

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Comentários (2)

  1. LUIS FRANCISCO MATOS FIGUEIREDO

    Bom dia Profa. Isa Minatel.
    Primeiramente gostaria de lhe parabenizar pela lucidez na interpretação do comportamento de nossos filhotes.
    Sou pai de um lindo rapaz de 10 anos. E tenho travado a quase 5 anos uma batalha gigantesca para provar que ele não tem problemas psiquiátricos e comportamentais. E se os têm, não deveria see medicado com uma droga indicada para quadros graves de esquizofrenia, que têm efeitos colaterais terríveis e irreversíveis e que pelo loby da indústria farmacêutica entrou na lista dos empregados para controle do Autismo e TDAH, a Risperidona.
    Ao longo desses 5 anos o garoto já foi diagnosticado como Autista, Deficiente Mental, TEA, TDAH e por último, salvo engano, com a junção do TEA com o TDAH.
    Impressionante é que a medicação nunca mudou. O fabricante em 2013, quando a criança começou a ser medicada fazia alerta para uso em crianças acima de 15 anos e adultos. E mesmo hoje o uso prolongado é desaconselhável.
    Também digno de nota que o garoto morou comigo até os cinco anos, quando por meio de um acordo judicial com base em uma situação orquestrada pela mãe, dei a ela a guarda unilateral. Até aquele momento meu filho era perfeitamente normal.
    Os diagnósticos sempre foram feitos a minha revelia. E muito vi e estudei sobre as doenças e seus diagnósticos para saber que a recomendação dos especialistas é um processo de observação de longo prazo, bastante criterioso e que observe também os fatores externos.
    No caso em questão também há fortes indícios de alienação parental praticada pela mãe e maus tratos contra o garoto. Só que por causa do preconceito, e me perdoe a franqueza, desse modismo que a Lei Maria da Penha acabou instituindo – que é de extrema relevância e necessidade para garantir a segurança das nossas mulheres contra os abusos e crueldade de certos marginais que insistem em vestir calças [Lembre-se o caso da Filha da Glória Peres e tantos outros].
    Posso observar uma breve e saudável lembrança dos tempos passados, onde éramos ensinados a cumprimentar e respeitar os mais velhos, pedir bênçãos a nos pais e familiares, levantar para dar a cadeira a uma mulher ou uma senhora, ou mesmo quem quer que fosse. Nasci com o pé no mato mesmo, e não troco os valores que aprendi, ainda que digam que sou antiquado ou velho, por muitos dos que hoje são ensinados aos nossos filhos.
    Voltando ao que interessa Professora, a mudança de ambiente e a privação de contato comigo, a mudança total de estilo de vida, para pior, as agressões, as torturas psicológicas… Acho que isso é suficiente para deixar um adulto bem perturbado, quanto mais uma criança.
    Fiz contato sobre esse assunto também com o Prof. Roberto Andersen, que também possui um canal no YouTube. Reportei a forma como o neurologista me disse que fez o lado do meu filho. Que segundo ele teve como base os relatos da mãe. E o Prof. Achou um absurdo.
    Gostaria de me inscrever no seu canal, más não vi como. Se puder me orientar, eu agradeço.
    Abraços.
    Luís Francisco Matos Figueiredo

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    1. Isa Minatel Autor

      Prezado, Luís.
      Que desafio imenso você está vivendo com essa situação. Posso imaginar o coração de pai como fica com tudo isso.
      Fique com meu apoio e incentivo para continuar em frente buscando sempre as melhores informações para conseguir o melhor para seu filho.
      Admiro pessoas de valores nobres e fico feliz de perceber isso no seu relato.
      Inscreva-se no canal do youtube: http://www.youtube.com/isaminatel e acompanhe o trabalho por lá.
      Abraço solidário e esperançoso de melhoras nesta sua situação.
      Isa Minatel

      Responder

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