ALPV: 6 dicas para a sala de aula

Olá.

No início dessa semana, falamos sobre a difícil tarefa de encontrar escolas que atendam às especificidades de um aluno com alergias alimentares, lembra? Aqui, óh!

Ainda que encontremos uma escola com esse perfil, nem sempre as situações acontecem como idealizamos. Já deixei de mandar filho para a escola em dia da festa de aniversário de colegas e em dias de aula de culinária “junk”. Ele também já deixou de ir outros tantos dias porque estava com alguma doença respiratória (é assim que a alergia se manifesta no meu filho mais velho). Mas ser mãe é assim, matando um leão por dia, inclusive leões alérgicos, se preciso for.

“Todas essas precauções serão mais eficazes se conversar frequentemente com o seu filho”

 

Hoje, vamos entrar na escola e ver 6 dicas que contribuem para melhor convívio na relação alergias x sala de aula. São comportamentos que podem ajudar a evitar acidentes.

  1. Preencher detalhadamente a ficha de informações médicas do aluno, incluindo contatos médicos, sintomas e como agir em caso de urgência;

  2. Pedir que a escola mantenha em local de fácil acesso e de conhecimento coletivo, as informações de emergência dos alunos (não deixar trancado em armário, por favor). Vale não só para as alergias, mas para qualquer incidente;

  3. Identificar os pertences do aluno com frases do tipo: “não posso comer ovos”, “sou alérgico a trigo”, “não me ofereça alimentos que contenham leite” (fotos). Nos primeiros dias de aula, até que se estabeleça a rotina, vale colocar uma pulseira na criança com a informação;

  4. Solicitar à escola que mantenha um mural na sala de aula e no refeitório com as alergias alimentares de cada aluno (vale destacar, por exemplo, que os alérgicos a trigo não podem brincar com massinha de modelar caseira);

  5. Conversar com outras mães que tenham a mesma preocupação;

  6. Conversar com os colegas de classe sobre a alergia;


Foto | Pixabay

Foto | Pixabay

Todas essas precauções serão mais eficazes se conversar frequentemente com o seu filho e ensiná-lo bons hábitos alimentares em casa.

É importante reforçar que ele é saudável e normal, que terá milhões de sabores para experimentar e o principal, jamais se lamentar na frente da criança por ela não poder comer “aquilo”.

             “Um beijo, boa aula, mamãe te ama, divirta-se meu filho!”

Até a próxima,

                        Manu

Priscila Moura

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Priscila Moura é mãe de um casal e tenta equilibrar as aventuras da maternidade, vida pessoal e carreira. Atualmente, é sócia em uma empresa focada no público mãe e coordena a FanPage Francisquice.

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