26/4/2012 às 18h34 - Atualizado em 26/4/2012 às 18h58

Jovens mortos na Bahia receberão homenagens em missas de 7º dia nesta 6ª

Folha Vitória
Redação Folha Vitória

Cobertura Especial: Daniela Künsch, Débora Herzog, Victor Melo, Josué de Oliveira, Alessandra Ximenes e Thaís Cardoso

DivulgaçãoFamiliares de dois dos cinco jovens mortos em acidente trágico, durante uma viagem do Norte do Espírito Santo para a Bahia, já marcaram as datas das missas de sétimo dia. Os corpos foram enterrados na quarta (25) e quinta-feira (26) em municípios capixabas e mineiros em clima de total comoção dos familiares e amigos.

A primeira missa marcada será em homenagem a Amanda de Paula Oliveira, 21 anos, na noite desta quinta-feira (26). O momento de luto acontece no município de Manhuaçu, em Minas Gerais. Já a família de Marllonn Amaral resolveu realizar a cerimônia nesta sexta-feira (27), às 19 horas, na Igreja Matriz de Nova Venécia, no mesmo município.

Segundo a mãe do universitário Marllonn, Margareth Amaral, todos que quiserem prestar uma última homenagem ao filha dela podem comparecer no local de oração. Em relação aos outros jovens, André Galão, Izadora Ribeiro e Rosaflor Oliveira, ainda não se sabe se algum tipo de homenagem, culto ou missa será realizado. A irmã de Rosaflor, Luisa Oliveira Chacon, afirmou que o culto pode ser realizado, mas nada foi definido.

Em clima de total comoção e tristeza, os corpos dos jovens mortos no acidente foram enterrados aos poucos. A jovem Izadora Ribeiro, de 20 anos, foi sepultada, em Jaíba, na região Norte de Minas.

Já o corpo de outra vítima da tragédia, Amanda Oliveira, de 21 anos, foi enterrado, por volta das 11 horas, no Cemitério Municipal, de Manhuaçu, também no estado mineiro.

No norte do Espírito Santo, também na manhã desta quinta-feira, familiares e amigos do estilista de moda André Galão enterraram o corpo do jovem no Cemitério de Acioli, dsitrito do município de Colatina. O corpo do estilista foi velado durante toda a madrugada, na casa do irmão de André, em Colatina.

Nesta quarta-feira, familiares de dois jovens também se despediram das vítimas. O corpo de Marllonn Amaral foi velado no Lions Clube, na cidade de Nova Venécia, e sepultado, por volta das 20h30, no cemitério de São Marcos, no mesmo município. Além dos familiares, alunos e professores do campus de São Mateus da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) estiveram no local para prestar homenagens a Marllonn. Foram confeccionadas faixas e cartazes com frases, nomes e fotos de todos os universitários mortos. Já a jovem Rosaflor Oliveira recebeu as últimas homenagens da família e foi enterrada no cemitério da cidade de Mucurici, no norte do Espírito Santo.

Leia mais sobre o caso:

* Corpos dos jovens foram resgatados durante a madrugada em rio da Bahia
* IML de Teixeira de Freitas libera corpos de universitários
* Mortes têm repercussão na imprensa nacional e luto entre os usuários de redes sociais
* Fim trágico: Corpos de universitários são encontrados dentro do rio Mucuri

* Galeria de fotos mostra o local onde cinco jovens do ES morreram na Bahia
* Conheça o perfil dos jovens universitários encontrados mortos na Bahia
* Falta de indícios de acidente reforça possibilidade de crime para polícia do ES
* Após boato, buscas continuaram por terra e ar na Bahia na terça-feira
* Celulares dos jovens pararam de funcionar entre São Mateus e Pedro Canário
* Jovens foram vistos pela última vez em um posto de gasolina na Bahia
* Universitários desaparecem de forma misteriosa durante viagem do ES para a Bahia

Retirada de corpos

Os corpos dos cinco estudantes universitários capixabas desaparecidos foram retirados do veículo às margens do rio Mucuri, na cidade de Mucuri, Bahia, durante a madrugada desta quarta-feira e encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Texeira de Freitas.

O primeiro corpo resgatado no Rio Mucuri foi o de Marllonn Amaral, que foi arremessado para fora do veículo e já estava em adiantado estado de decomposição. Ele pode ter sido arremessado para fora do carro quando saiu da pista. Familiares de Marllon, que foram até o local onde o resgate foi feito, reconheceram o corpo da vítima.

Necrópsia

ReproduçãoA necrópsia terminou no início da tarde desta quarta-feira e os corpos dos estudantes foram liberados no Instituto Médico Legal (IML) de Teixeira de Freitas, na Bahia. A previsão era de que os trabalhos dos médicos legistas terminassem até o meio-dia, mas houve um pequeno atraso, já que antes de realizar a necrópsia nos corpos dos cinco jovens, a médica legista responsável pelo IML de Teixeira de Freitas, Márcia Curi, precisou liberar outros sete corpos.

Depois do resultado da necropsia, os corpos dos jovens só puderam ser removidos para as suas cidades, após a apresentação de uma série de documentos por parte das famílias.

Representantes de várias funerárias estiveram no IML, a pedido das famílias, durante toda a manhã. Assim que liberados, as funerárias seguiram com os corpos dos jovens para os seus municípios. Quatros dos jovens são de cidades do Espírito Santo e apenas uma jovem é de Minas Gerais.

Repercussão nacional

O desaparecimento e a morte dos cinco jovens capixabas em uma viagem do Espírito Santo para a Bahia ganhou destaque em sites e jornais de todo o país na noite dessa terça-feira (24). Além de muita repercussão e mobilização de amigos, familiares, conhecidos e da sociedade através das redes sociais, sites como R7, UOL, Folha de São Paulo, Terra, Bol, entre outros, abordaram o assunto.

DivulgaçãoEm Brasília, o deputado federal Dr. Jorge Silva (PDT-ES) lamentou na manhã desta quarta-feira (25) a morte dos cinco jovens capixabas que estavam desaparecidos desde a última sexta-feira. O deputado cobrou do governo federal mais investimentos nas rodovias do estado. Ele criticou a falta de investimentos nas estradas capixabas. "A falta de investimentos do governo federal na sinalização e conservação das estradas do Espírito Santo mostram o descaso com o nosso estado, esse é um problema sério que tira a vida de milhares de pessoas todos anos", disse o deputado.

Dr. Jorge Silva, que é de São Mateus, município onde moravam os jovens, se solidarizou com as famílias. "Essa tragédia afeta o nosso município e é um momento de muita dor. Transmito aos familiares neste momento tão difícil minha mensagem de conforto", disse o deputado.

Demora nas buscas

DivulgaçãoA informação de que os cinco universitários mortos em acidente teriam sido vistos em um posto de Mucuri, na Bahia, dificultou muito as buscas pelos jovens, revelou a Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES). O local é um pouco depois do ponto do acidente, fato que levou ao erro de planejamento das polícias.

O inspetor da PRF Walter Mota afirmou que, além disso, a falta de estrutura dificultava ainda mais. “O local é de difícil acesso e o que dificultou a busca foi a informação errada dada anteriormente de que as vítimas teriam sido vistas em um posto do Rio Mucuri lanchando. Então elas se intensificaram dali por diante, as polícias se concentraram naquela região. Não faria sentido fazer buscas antes disso, até porque não temos tantos recursos para fazer isso”, disse.

Após avaliação preliminar do local, a Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES) acredita em algumas teorias para explicar as causas do acidente que matou os cinco universitários que seguiam do norte do ES para a Bahia. Eles caíram de uma ribanceira de aproximadamente 40 metros em uma curva próxima à ponte que corta o rio Mucuri, na BR 101.

Possíveis causas do acidente

Folha VitóriaAlta velocidade - Segundo informações do inspetor Walter Mota, tudo indica que o carro dos jovens estava em alta velocidade. “O que se sabe é que muito provavelmente eles não estavam devagar, mas é difícil determinar a velocidade, não sei o tamanho da marca de frenagem na pista. Pelo fato de que o acidente aconteceu depois de uma curva e eles acabaram sobrando na pista a gente chegou a essa conclusão”, afirmou.

Hipóteses -  As duas hipóteses mais prováveis que podem ter causado o acidente são algum tipo de distração no momento da curva, ou um pequeno cochilo do jovem André Galão, que dirigia o veiculo. Pelo tempo que o universitário havia tirado a Carteira de Habilitação, com data de emissão em novembro de 2011, provavelmente ele não tinha muita experiência ao volante. “O que pode ter caracterizado o acidente foi um minuto de distração, de repente ele se assustou com alguma coisa na pista, um animal ou coisa do tipo, ou ele pode ter dormido. Ainda que tenha sido por pouco tempo traz um problema. Bastam dois segundos para sair da pista dependendo da velocidade em que se está”, afirmou o inspetor Walter Mota.

Momento de desespero - Como o veículo, um Fiat Punto bege, caiu da ribanceira e parou de rodas para cima dentro de um lago, não é possível ainda determinar se os jovens morreram com o impacto da batida, ou por afogamento. O inspetor Walter Mota afirma que as duas possibilidades são válidas. “Os jovens que não morreram pela queda provavelmente morreram afogados. O colega que atendeu a ocorrência e esteve no local disse que tinha um jovem que ficou fora do veículo. Ele pode ter sido arremessado ou conseguido se desvencilhar e se arrastar até fora da água, mas o arremesso é mais provável. Para ele se arrastar, teria que tirar o cinto de cabeça para baixo e com a água entrando no carro. Pelas lesões no corpo dele isso era praticamente impossível”, revelou.

Perícia técnica - Para definir o que realmente aconteceu uma perícia técnica será realizada no local pela Polícia Civil da Bahia. O tempo de conclusão varia de estado para estado, mas no Espírito Santo gira em torno de 30 dias. Desta forma algumas informações poderão ser esclarecidas com mais precisão e as causas do acidente definidas.

Local de difícil acesso

Divulgação

Veja a galeria de fotos do local onde os corpos foram encontrados. Clique aqui.

O local onde o veículo foi encontrado, na noite de terça-feira, por uma pessoa que passava às margens da rodovia, fica entre a divisa do Espírito Santo e o distrito de Itabatã, que pertence ao município baiano de Mucuri, próximo a uma ribanceira de aproximadamente 30 metros de altura. De acordo com informações da Polícia Militar baiana, é uma área onde ocorrem muitos acidentes e, inclusive, nesta terça-feira, foi registrada outra tragédia onde cinco pessoas também morreram.

 Folha Vitória 

O Folha Vitória teve acesso a diversas imagens do local do possível acidente onde os cinco corpos dos jovens do Espírito Santo que estavam desaparecidos desde a última sexta-feira foram localizados.

O Punto placas OBC 9685 estava dentro de um brejo, localizado embaixo da ponte do rio Mucuri, entre a divisa do Espírito Santo e o distrito de Itabatã, que pertence ao município baiano de Mucuri. Pelas imagens é possível ver que o veículo está capotado e parcialmente submerso. Ele teria caído de uma altura de aproximadamente 30 metros.

A área onde o automóvel foi encontrado ficou isolada desde a localização dos corpos das vítimas. O Corpo de Bombeiros da Bahia conseguiu retirar o veículo de dentro da água durante a madrugada com o apoio de mais de 50 homens e de caminhões guincho. Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo, de acordo com o inspetor Walter Mota, também auxiliou no resgate das vítimas.

Somente após a realização de uma perícia é que será possível saber se os estudantes do Espírito Santo foram realmente vítimas de um acidente.

 Ufes decreta luto em Campus de São Mateus

DivulgaçãoO Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes), em São Mateus, decretou luto e a suspensão das aulas no campus a partir da tarde desta quarta-feira (25) até a próxima quinta-feira (26), após a morte dos cinco jovens universitários na Bahia.

Dos cinco jovens, quatro estudavam na unidade. Três deles, Izadora Ribeiro de Oliveira, Amanda de Paula Oliveira e Marllon Vieira do Amaral, cursavam Ciências Biológicas e eram jovens cheios de projetos, mas que infelizmente tiveram seus sonhos interrompidos por um trágico acidente.

A outra jovem, que também estudava no campus era Rosaflor Oliveira. Ela era a mais velha das meninas e já estava cursando o mestrado em Ciências Biológicas.

O quinto jovem que fazia parte do grupo durante a viagem para Prado, na Bahia, é André Galão. O jovem era do município de Colatina, e havia trancado o curso de moda no último período. O rapaz estudou em uma faculdade da cidade.

Veja a íntegra da nota de pesar emitida pela Ufes:

"A Universidade Federal do Espírito Santo – UFES – lamenta, com pesar, o falecimento de quatro estudantes desta instituição de ensino, matriculados no Centro Universitário Norte do Espírito Santo – CEUNES – no campus de São Mateus. Os nossos estudantes Amanda de Paula Oliveira, Izadora Ribeiro de Oliveira, Marllonn Vieira Amaral e Rosaflor Oliveira, além do jovem André Malva Galão, foram vítimas de trágico acidente automobilístico que abalou e comoveu a sociedade capixaba e, em especial, a comunidade acadêmica da UFES. A Reitoria, em nome da comunidade universitária, solidariza-se com os familiares dos nossos estudantes neste momento de profunda dor".

O anúncio das mortes

         

 A informação sobre o encontro dos corpos dos universitários foi confirmada em primeira mão na noite de terça-feira, no Jornal da TV Vitória, da Record, pelo coronel da Polícia Militar da Bahia e comandante da Companhia em Ações Especializadas em Mata Atlântica (Caema), Ivanildo da Silva.

Segundo o coronel Silva, o carro foi localizado por uma pessoa que passava às margens da rodovia. Uma equipe da Polícia Militar identificou as placas do veículo e confirmou que era o mesmo usado pelos jovens desaparecidos. Um corpo do sexo masculino, já em adiantado estado de decomposição, foi o primeiro a ser resgatado, pois estava fora do veículo.

“Chegamos até o veículo depois que um cidadão passou às margens da rodovia e viu um carro na ribanceira, dentro do rio. Imediatamente ele ligou para a polícia e nós fomos até o local”, disse o coronel.

Notícia falsa durante a manhã de terça-feira

Durante a manhã de terça-feira, a Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp) chegou a confirmar que um carro semelhante ao dos universitários, com cinco corpos teria sido encontrado na Bahia. A notícia chegou a ser divulgada amplamente pela imprensa capixaba e nacional. Horas após a confirmação, o fato foi negado pelas autoridades policiais capixabas e baianas. As buscas então, continuaram por terra e ar, com a utilização de um helicóptero da Polícia Militar durante todo o dia.

Polícia começava a descartar hipótese de acidente

Everton NunesHoras antes do encontro dos corpos e, diante da falta de indícios de um acidente automobilístico, a polícia capixaba chegou a reforçar, durante entrevista coletiva na terça-feira, a possibilidade de crime no caso dos universitários desaparecidos. Na ocasião, o chefe da Polícia Civil, delegado Joel Lyrio Junior, disse que, pelas técnicas científicas utilizadas nas investigações, não existiam sinais de que os jovens tenham sofrido algum acidente.

“Nós rodamos a região e não encontramos aves sobrevoando algum local, nem vestígios de sangue e o indicativo é que vamos trabalhar o caso como desaparecimento. Não podemos descartar nada. O caminho foi percorrido pela aeronave, por viaturas e sendo cinco pessoas sumidas teríamos um percentual de indícios para dizer que teriam sofrido acidente”, afirmou o delegado.

A coletiva de imprensa foi realizada pelo chefe da Polícia Civil para esclarecer de onde teria partido a informação, confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (Sesp), na manhã de terça-feira, de que um carro com cinco corpos teria sido localizado em um rio da Bahia. Joel Lyrio Júnior negou que a Polícia Civil tenha confirmado o fato.

“Essa informação eu posso garantir que não saiu da Polícia Civil. A notícia de que havia sido encontrado um carro com cinco corpos dentro partiu de duas funerárias da Bahia, que disseram à polícia baiana. O delegado Danilo Bahiense foi até o local, fez um sobrevoo com o helicóptero e não achou nada, assim como as equipes de terra da polícia da Bahia”, afirmou Joel Lyrio.

O desaparecimento

Rosaflor Oliveira Chacon, Amanda Oliveira, Marllonn Amaral, Izadora Ribeiro e Andre Galão estavam em um veículo Fiat Punto de cor bege, com placas ODC-6985, quando desapareceram de forma misteriosa após saírem em viagem rumo a Prado, na Bahia.

O grupo participaria de uma festa em comemoração ao aniversário da mãe de Izadora na cidade baiana. “Eles estavam programando essa viagem há uma semana. Era meu aniversário e todos queriam estar lá em Prado, mas, infelizmente, nós aguardamos, a hora foi passando, e percebemos que alguma coisa errada tinha acontecido”, disse Doralice Ribeiro. 

Segundo o delegado de São Mateus, Janderson Lube, o grupo teria sido visto pela última vez em um posto de gasolina do distrito de Itabatã, no município de Mucuri, sul da Bahia

Na segunda-feira, após assumir as investigações do caso, o delegado Danilo Bahiense, superintendente de Polícia do Interior do Espírito Santo, informou que os telefones celulares dos universitários desaparecidos pararam de funcionar quase que simultaneamente, entre os municípios de São Mateus e Pedro Canário, na noite de sexta-feira. “Os telefones pararam de funcionar praticamente ao mesmo tempo".

Conheça o perfil dos jovens universitários encontrados mortos na Bahia

Divulgação

Izadora Ribeiro de Oliveira

A jovem tinha 20 anos e cursava o 8º período de Ciências Biológicas na unidade da Universidade Federal do Espírito Santo, de São Mateus, no norte do Espírito Santo. Izadora morava em Prado, na Bahia, com os pais, e, por conta da faculdade, há três anos se mudou para o interior do Espírito Santo.

Izadora prezava pela amizade e, poucos dias antes de sua morte, em sua página em uma rede social, a jovem postou uma mensagem para os amigos, Rosaflor, Marllon e Amanda: “Deus criou as amizades porque Ele sabia que, quando o amor machucasse, eles seriam a cura”, Bob Marley.

Izadora visitava os pais em Prado constantemente e estava à caminho do aniversário da mãe quando o trágico acidente aconteceu. Ela namorava um rapaz de 30 anos, que também iria viajar para a Bahia com o grupo. Mas dias antes da viagem, o casal brigou e Izadora não quis mais que ele seguisse viagem com ela.

Em uma de suas atividades recentes em sua página em uma rede social, Izadora curtiu a página: “Não é desistir é recomeçar”, apontando então, que ela era uma jovem que buscava as coisas boas da vida.

DivulgaçãoRosaflor Oliveira

A jovem tinha 24 anos e cursava mestrado em Ciências Biológicas, no campus da Ufes de São Mateus.

Rosaflor não tinha namorado, era evangélica, e freqüentava a Igreja Adventista. A jovem não gostava muito de baladas, como a maioria dos jovens, e preferia estar reunida com a família e com os seus amigos.

 

DivulgaçãoAmanda de Paula Oliveira

Amanda tinha 21 anos e estava cursando o 7º período de Ciências Biológicas, também no Campus da Ufes de São Mateus. A jovem, como Rosaflor, também não tinha namorado e era vizinha de apartamento de Izadora e Marllon, que eram os seus amigos mais próximos.

Amanda nasceu na cidade mineira de Manhuaçu. Uma de suas citações favoritas, divulgadas em sua página em uma rede social era: “Se você tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando. Falei muitas vezes como palhaço, mas nunca desacreditei na seriedade da platéia que sorria”. Charlie Chaplin.

DivulgaçãoMarllon Vieira Amaral

O jovem Marllon tinha 21 anos e cursava o 8º período de Ciências Biológicas, na unidade Ufes de São Mateus. Marllon era de Nova Venécia, mas se mudou para São Mateus há três anos por conta da faculdade.

Marllon e André Gallão eram amigos há muitos anos e foi ele quem apresentou André ao restante dos amigos. Em uma de suas publicações em uma rede social, Marllon postou uma foto de um jantar, que ele ofereceu para as amigas Izadora e Rosaflor.

DivulgaçãoAndré Malva Galão

André tinha 28 anos e morava em Colatina com os pais. Possivelmente, era ele quem dirigia o carro no momento do trágico acidente dos jovens. Ele era solteiro, cursava moda em uma faculdade de Colatina, mas havia trancado o curso no último período.

O jovem pretendia morar na capital capixaba para trabalhar com moda. No dia da viagem, André saiu de Colatina e foi até São Mateus para buscar o grupo de amigos, que seguiriam para Prado.

                                       

                                       

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