1/10/2013 às 11h51 - Atualizado em 1/10/2013 às 12h12

Pílulas: pesquisas revelam dados interessantes sobre gravidez e maternidade

Fabrícia Kirmse
Redação Folha Vitória

Folha Vitória

DivulgaçãoNoites sem dormir

Até 44 dias de sono perdido. Segundo uma pesquisa realizada no Reino Unido e publicada no jornal Daily Mail, esse é o tempo médio que os pais ficam sem dormir no primeiro ano de seus filhos, somando todas as horas acordadas cuidando do pequeno. O número significa seis semanas a menos de sono. De acordo com o estudo, os pais dormem apenas 5,1 horas por noite, ou seja, um déficit de 2,9 horas de período recomendado pelas entidades de saúde, o que equivale a 20,3 horas por semana, totalizando 1.055,6 horas no primeiro ano da criança. O principal motivo das horas de sono perdidas, com 62% dos relatos, está vinculado à alimentação do bebê. Em seguida, vem o choro e a vigília do filho, com 57%; preocupação com a segurança do recém-nascido, 45%; insônia e problemas para dormir aparecem com 34%; e 27% afirmam que usam as horas em que a criança dorme para fazer outras tarefas. Ou seja, futuras mamães e papai, aproveitem o período da gestação para descansar, e muito!

DivulgaçãoBeba leite!

Nutricionistas de três países garantem que beber leite durante a gravidez pode garantir que os filhos cresçam mais. Com base em dados de crianças nascidas nos anos 80, especialistas da Islândia, Dinamarca e Estados Unidos concluíram que a quantidade de leite ingerido na gestação pode interferir na estatura futura das crianças (ou seja, na estatura na adolescência). Os bebês foram medidos e pesados no nascimento e depois acompanhados por quase 20 anos. Os resultados, divulgados pelo Daily Mail, mostram que os mais altos eram aqueles cujas mães tomavam mais de 150 ml de leite todos os dias. Também foram encontradas doses maiores de insulina no sangue dos voluntários, indicando que o leite também teria garantido mais proteção contra o desenvolvimento de diabetes na fase adulta. E o leite está em alta mesmo. Uma outra pesquisa, publicada no início deste ano, revelou que o seu consumo durante a gravidez deixa os bebês mais inteligentes.

DivulgaçãoTecnologia em excesso

Um estudo da Universidade de Alberta mostra que, quanto mais telas uma criança tem em seu quarto, pior será para sua saúde. No caso, computadores e televisores podem atrapalhar o sono, Além disso, os olhos das crianças estão sendo prejudicados por causa da exposição prolongada à tela da televisão, smartphones, tablets, notebooks e o adorado vídeo game. Há pesquisas que revelam que uma criança norte-americana, por exemplo, fica, em média, de três a quatro horas vendo TV por dia, sem contar o uso das tecnologias. E a Academia Americana de Pediatria recomenda o máximo de duas horas por dia – e crianças menores de dois anos a recomendação é totalmente restritiva: os pequenos não podem ver TV ou usar tecnologias eletrônicas. O que mais se vê por aí, atualmente, também aqui no Brasil, são crianças conectadas aos mais variados tipos de tecnologia, e desde bem cedo. Vale uma reflexão sobre os limites do acesso a esses equipamentos.

DivulgaçãoBaixo peso na gravidez, não!

Um estudo escocês mostra que estar com um IMC (Índice de Massa Corporal) equilibrado durante gravidez é o melhor jeito de evitar problemas de saúde. Comparadas com as mulheres de peso normal (IMC de 18,5 a 24,9), aquelas em outras categorias de peso (tanto com baixo peso quanto com excesso de peso) tiveram mais complicações e hospitalizações mais longas depois que o bebê nasceu. Mulheres muito obesas (com IMC maior que 35) apresentaram um risco três vezes maior de hipertensão e diabetes gestacional em comparação às mulheres com IMC normal. Já as gestantes com baixo peso (IMC inferior a 18,5) tiveram 8% mais risco de internação hospitalar.

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