Envolvidos na paralisação da PM são alvos de operação do MPES

A operação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com o apoio da Corregedoria da PM e da Força Nacional

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A operação é realizada pelo MPES e pela PM
Foto: Divulgação

Policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações ligadas à classe são alvos de uma operação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) e a Polícia Militar.

Deflagrada na manhã desta segunda-feira (20), a Operação Protocolo Fantasma busca o cumprimento quatro mandados de prisão, 23 mandados de busca e apreensão e 17 notificações para depoimento.

A operação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com o apoio da Corregedoria da PM e da Força Nacional. 

De acordo com o MPES, as investigações da GAECO são sobre integrantes de uma organização criminosa que usam o pretexto de reivindicação salarial e benefícios para militares para cometerem atentados contra os serviços de utilidade pública, apologia a fatos criminosos, motim ou revolta, ameaças a autoridades, dentre outros crimes. Diante dos elementos colhidos que serão usados como provas, as medidas cautelares da operação se tornam indispensáveis.

O MPES informa ainda que a deflagração da operação não se opõe às negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já que as condutas criminosas que estão sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e não favoráveis à segurança da sociedade capixaba.

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