Vendas da AUDI AG sobem 10% em setembro

Cerca de 1.180.750 entregas feitas desde janeiro,o que representa alta de 7,6%

Um Novo recorde de vendas para a Audi em setembro: cerca de 150.300 clientes escolheram um dos modelos da marca no mês passado, o que configura um aumento de 10% ano-a-ano. A companhia continua a se beneficiar do aumento nas vendas nos Estados Unidos (+6,2%) e das taxas de crescimento de dois dígitos na China (+28,2%). Na Europa, a fabricante também fechou o mês de setembro em alta, em comparação com o mesmo período do ano passado (+3,0%). Ao todo, as vendas mundiais da AUDI AG subiram 7,6% de janeiro a setembro para 1.180.750 automóveis.
 
“Apesar das difíceis condições em alguns mercados-chave, fechamos novamente os primeiros três primeiros trimestres com vendas mais fortes do que no mesmo período de 2012. Portanto, em todas as regiões ao redor do mundo nós continuamos a ter um desempenho melhor do que o mercado global de automóveis”, diz Luca de Meo, vice-presidente mundial de Marketing e Vendas da AUDI AG. “Em particular, os modelos Q3, Q5 e A3 Sportback lideraram nossas vendas”, completa.
 
Desde o início do ano, cerca de 150.400 unidades de toda a família A3  já foram entregues. Além disso, a mais recente chegada a essa série de modelos de sucesso, o A3 Sedan, foi lançado em concessonárias da Europa há duas semanas.
 
Na China, o A3 Sedan chegará ao mercado no segundo trimestre de 2014. Em setembro, foram particularmente os modelos SUVs que atraíram os clientes às concessionárias Audi e contribuíram para que a companhia alcançasse forte crescimento de dois dígitos: alta de 28,2% totalizando 45.530 unidades vendidas no país. O Q3 e o Q5, ambos produzidos  em Changchun, representaram cerca de 72% desse aumento de vendas. O A4 L, também produzido localmente, também alavancou as vendas com alta de 41,1%. No total, as entregas de todos os modelos na China subiram 20,6% para 358.213 unidades desde janeiro.
 
 
Nos  Estados Unidos, a Audi continua sua jornada bem sucedida com outro aumento de vendas em setembro. No mês passado, 13.035 entregas equivaleram a um aumento de 6,2%. Mais uma vez, o Q5 teve uma performance particularmente boa. A demanda dos clientes norte-americanos pelo utilitário compacto subiu 44,9% para 3.268 carros. O Q5 também está disponível na versão TDI desde julho e o modelo de alta performance da categoria, o SQ5 TFSI, foi lançado em agosto. Ao todo, 114.411 clientes nos Estados Unidos receberam as chaves do seu novo Audi nos primeiros três trimestres do ano, um aumento de 13,6%.
 
Nos primeiros nove meses do ano, a AUDI AG fortaleceu seus negócios também em outros mercados do continente americano. No México, a marca das quatro argolas cresceu 31,5% de janeiro a setembro. No Brasil, as vendas subiram 29,1% no acumulado do ano. No futuro, a companhia irá consolidar consideravelmente sua posição na América do Sul. A partir de 2015, a empresa alemã iniciará sua produção local no Brasil, fabricando o A3 Sedan e o Q3 na cidade de São José dos Pinhais.
 
Na Europa, a Audi também finalizou setembro com um aumento em vendas de 3% para cerca de 74.350 unidades. Disponível em concessionárias européias desde fevereiro, o novo A3 Sportback teve um papel muito importante nesse aumento. Especialmente no Reino Unido, a Audi teve um fechamento muito bem sucedido para setembro, um mês tradicionalmente bom em vendas, e, inclusive, excedeu os altos níveis de vendas do ano anterior: 26.070 carros vendidos em 2013, representando um crescimento de 16,4%. Em Setembro de 2012, as vendas da Audi no Reino Unido já haviam subido 20% para 22.389 unidades. A Audi também aumentou o volume de vendas no mês passado na Alemanha (+2,5%) e na Holanda (+11,8%). Em contraste, o tenso ambiente econômico continua a impactar os resultados de vendas em vários mercados europeus. Na Espanha, as entregas caíram 1,4%, na França 7,3% e, na Itália, o mês terminou com uma queda de 11,7%. Ao todo, a fabricante vendeu cerca de 564.800 carros na Europa nos três primeiros trimestres, ficando, assim, apenas ligeiramente abaixo do nível do ano anterior (-1,6%).

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