Sexta do Compliance: Compliance escolar

Hoje é o dia de falar de compliance aqui no Faz a Conta e não seria menos oportuno como agora falar de Compliance escolar em tempos de mudanças e novos rumos. Cada vez mais, a Ética se torna uma questão fundamental para a sociedade. As corporações que não aplicam medidas que garantem a integridade nas ações internas e externas dos negócios (inclusive instituições de ensino) veem seu público se afastando cada vez mais.

O compliance escolar ganha cada vez mais destaque e espaço no cenário atual. Ainda mais no Brasil, no qual há uma série de problemas concernentes a fraudes e corrupção nas mais diversas instâncias.

Já abordamos em artigos anteriores sobre o conceito de Compliance, mas relembrando:

O termo Compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com as regras, normas e procedimentos.

Mas, por que aplicar o Compliance nas Escolas?

Nas escolas, é fundamental que o compliance seja aplicado, principalmente nas instituições que trabalham com educação básica (ensino fundamental e médio) pois seu intuito se propõe em formar cidadãos aptos para fazerem da sociedade um lugar melhor. E, por isso, é imprescindível que seus gestores deem o exemplo. Assuntos como violência, bullying entre tantos outros devem estar sempre na pauta dos treinamentos para que sejam mitigados.

Portanto, todos os colaboradores das escolas, incluindo os fornecedores, como por exemplo as editoras de livros didáticos, precisam se comportar de acordo com os valores e os princípios estabelecidos pela sua instituição de ensino, bem como devem seguir a legislação vigente.

E como implementar o Compliance nas Escolas?

– contrate consultores ou assessores especializados em compliance;
– estruture um programa de compliance focado em instituições de ensino;
– elabore um código de conduta interno, a ser utilizado por todos os colaboradores;
– melhore a comunicação interna da sua empresa com treinamentos constantes;
– faça com que seus gestores, diretores e coordenadores deem o exemplo para os demais funcionários;
– defina o que é moral e ético para sua instituição de ensino e divulgue isso para todos os funcionários;
– implemente medidas de monitoramento, para avaliar se o plano de compliance está sendo seguido tal como determinado previamente.

O resultado não poderá ser diferente: com a aplicação do compliance, as chances de algo dessa natureza ocorrer são minimizadas e, consequentemente, a organização não precisará arcar com os custos do “conserto” das falhas. O resultado são menores custos, que podem ser aplicados para investir no crescimento da instituição de ensino e aumento considerável da credibilidade da Escola.

Espero que tenham aproveitado esta leitura. Até a proxima!

 

Tamires Endringer

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