Maio 2020
21
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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Rogério Salume e Bartira Almeida: consumidores preferem empresas com impacto social positivo

Bartira Almeida veio de uma posição executiva na Morar Construtora e preside o Instituto Ponte, organização que leva talentos das escolas públicas para as melhores instituições particulares do Espírito Santo. Ela avalia que a reação das empresas à atual crise vai impactar a forma como os consumidores as enxergam.

“Os consumidores e funcionários vão avaliar de maneira mais positiva as companhias que apoiam iniciativas de ajuda social e que usam sua capacidade de produção para ajudar a quem precisa Exemplo disso é a Ambev, que está destinando suas fábricas à produção de álcool em gel. Isso terá impactos mais significativos que grandes campanhas de marketing”, avalia Bartira.

Rogério Salume, fundador e CEO da Wine, se destaca pela variedade de iniciativas de empreendedorismo social que abraça. A própria Wine patrocina e investe em atletas com grande potencial. No terceiro setor, Salume ainda participa da UniãoES, organização que arrecada e distribui mantimentos e também está fundando o Instituto Hoje.

Além disso, Rogério Salume está engajado no projeto Casa Capixaba, que pretende digitalizar os microempreendedores (como artesãos, pequenos produtores) e ajudá-los a vender para todo ES e todo o mundo! Assim como Bartira, Rogério acredita que as as pessoas vão se incomodar em se relacionar com empresas que não promovem um impacto positivo na sociedade.

Gerando Falcões arrecada mais de R$13 milhões em mantimentos

Para Flávia da Veiga, o empreendedorismo social está ligado ao propósito do ser humano na terra. “Em meio à tantas problemáticas no mundo, percebemos que não viemos aqui a passeio. Viemos deixar o planeta melhor que o encontramos. A atual crise é uma chance de sairmos da zona de conforto e ‘sermos a mudança que queremos ver no mundo.’

Já Edu Lyra, um dos maiores nomes brasileiros do empreendedorismo social, é fundador da Gerando Falcões, que desenvolve projetos em dezenas de favelas. A organização social de Edu é atualmente apoiada pelas maiores empresas e empresários do Brasil, como a Fundação Lemann, de Jorge Paulo Lemann, IBM, Motorola, Visa, Ambev e até a Spark, do empresário capixaba Marcus Buaiz.

Edu Lyra avalia os problemas da epidemia com o Inferno de Dante Alighieri: “estamos todos no inferno, mas uns estão em subníveis ainda mais inferiores. Quem está na parte de cima tem o dever de ‘jogar a corda’ para quem está abaixo”.

Ele avalia de maneira positiva as doações e enxerga papel fundamental das empresas no apoio social: “companhias contribuem com doações ou mesmo evitando demissões e fornecendo apoio emocional”. Durante a pandemia, a Gerando Falcões arrecadou R$ 13 mi de reais usando 100% digital, que foi utilizado para alimentar mais de 200.000 pessoas.

Postado Agora

Importações sobem e exportações caem no ES (IJSN)

Em abril de 2020, o comércio exterior do Espírito Santo apresentou alta de +2,00% na comparação com o mês antecedente, em função do crescimento de +45,84% nas importações, enquanto as exportações exibiram retração de -30,56%, no período.

Postado Agora

Comércio brasileiro cai

O desempenho do comércio exterior brasileiro foi negativo (-10,21%), nessa base de comparação, com queda tanto nas exportações (-2,64%) quanto nas importações (-20,03%) (Tabela 2).

Postado Agora

Crescimento contra 2019 é positivo

Na comparação com abril de 2019, os resultados do comércio exterior capixaba e brasileiro foram no mesmo sentido do confronto mensal, com o comércio exterior capixaba crescendo +11,29% devido ao incremento das importações. Por: Instituto Jones dos Santos Neves

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As informações/opiniões aqui escritas são de cunho pessoal e não necessariamente refletem os posicionamentos do Folha Vitória

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