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Bancos realizam teste de estresse para possível saída da Grécia da zona do euro

Economia

Bancos realizam teste de estresse para possível saída da Grécia da zona do euro

Nova York - Bancos e outras instituições na Europa estão realizando testes de estresse de seus sistemas internos e recuperando planos de contingência de dois anos atrás, diante da possibilidade de a Grécia deixar a união monetária da região após a eleição do final deste mês. Entre as instituições que estão realizando esses exercícios estão o Citigroup, o Goldman Sachs e corretora ICAP, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Os planos dessas instituições incluem verificações detalhadas sobre contrapartes que poderiam ser significativamente afetadas por uma saída da Grécia, avaliações sobre as exposições de crédito e testes de como elas iriam fornecer financiamento para as operações locais.

Algumas empresas também estão se preparando para o impacto nos sistemas de pagamento e realizando testes de plataformas de comércio de moeda para ver como lidariam com a adição de uma nova moeda grega ou com potenciais controles de capital.

Os movimentos acontecem enquanto o partido grego de oposição de esquerda Syriza continua a liderar as pesquisas de opinião antes das eleições nacionais em 25 de janeiro. O atual governo de coalizão considera a eleição como uma pesquisa sobre se o país permanece na zona do euro, dizendo que as políticas anti austeridade do Syriza forçariam uma ruptura com os parceiros da zona do euro. O Syriza, porém, não fez campanha para uma saída e a maioria dos eleitores gregos quer permanecer na união monetária, de acordo com pesquisas recentes.

A maioria dos analistas ainda considera que as chances de uma saída da Grécia são bastante baixas. Economistas do Commerzbank avaliam a possibilidade de uma saída abaixo de 25%.

"A esperança pelo melhor, planejamento pelo pior", disse o sócio-diretor da consultoria Cinza Spark, Frederic Ponzo. As instituições financeiras muitas vezes testam seus sistemas para eventos como uma rápida mudança nos preços do petróleo ou o recente referendo sobre a independência da Escócia, acrescentou.

Fonte: Dow Jones Newswire