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BC revisa IBC-Br de março para alta de 0,04%

Economia

BC revisa IBC-Br de março para alta de 0,04%

Brasília - O Banco Central revisou alguns dados do índice de atividade econômica calculado pela instituição, o IBC-Br, na série com ajustes. O indicador de março ante fevereiro foi revisado para uma alta de 0,04%, depois de queda de 0,11%, na divulgação anterior. O dado em fevereiro ante janeiro foi revisado para baixa de 0,07%, ante alta de 0,02%, com ajuste na divulgação anterior.

Para janeiro de 2014, o indicador passou para alta de 1,11%, ante avanço de 1,47% no IBC-Br anterior. Para dezembro, o índice foi revisado para -1,34%, ante queda 2,27%. As revisões se estenderam ainda por outros meses do ano passado. Também foi revisto o resultado da média móvel trimestral encerrada em março na comparação com os três meses imediatamente anteriores (outubro a dezembro de 2013). Primeiro, o BC calculou uma alta de 0,30%, que agora foi revista para uma alta de apenas 0,03%.

A diferença entre os dados de PIB medidos pelo BC e pelo IBGE se dá na forma como são calculados os dois índices. O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia: agropecuária, indústria e serviços. A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores da economia, acrescida dos impostos sobre produtos. Já o PIB do IBGE é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período.

O IBC-Br registrou alta de 0,28% de fevereiro a abril de 2014 frente a média dos três meses anteriores (de novembro de 2013 a janeiro de 2014), na série com ajuste sazonal. O índice subiu de uma média mensal de 146,75 pontos para 147,17 pontos no trimestre encerrado em abril.

Já na comparação entre o primeiro quadrimestre de 2013 e igual período de 2014, o indicador teve alta de 0,80%, no dado com ajuste, passando de 146,01 pontos, na média mensal, para 147,17 pontos. Na série observada, a alta foi de 0,78%, ao passar, na média mensal, de 144,27 pontos no primeiro quadrimestre do ano passado para 145,4 pontos nos primeiros quatro meses de 2014.