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Kia Motors espera mais do que dobrar venda de veículos no Brasil em 2018

Economia

Kia Motors espera mais do que dobrar venda de veículos no Brasil em 2018

Para este ano, a Kia projeta vender 8 mil carros. Para o ano que vem, o objetivo é chegar ao volume de 20 mil unidades

Foto: Divulgação

Maior importadora de veículos no Brasil, a Kia Motors pretende mais do que dobrar as suas vendas em 2018, afirmou nesta quarta-feira, 5, o presidente da marca no País, José Luiz Gandini, que também preside a Abeifa, associação que representa as empresas importadoras de veículos no Brasil.

Para este ano, a Kia projeta vender 8 mil carros. Para o ano que vem, o objetivo é chegar ao volume de 20 mil unidades. "Eu preciso vender 20 mil para poder manter viva a minha rede de lojas", disse o executivo, após coletiva de imprensa em São Paulo.

Hoje, a Kia conta com 100 concessionárias em todo o Brasil. Em 2011, quando chegou a vender 80 mil carros, época em que o mercado de importados foi favorecido por um dólar abaixo de R$ 2,00, a empresa tinha 180 lojas.

No entanto, com a sobretaxação implementada pelo governo Dilma Rousseff para veículos importados, no âmbito do Inovar-Auto, e o estouro da crise econômica em 2015, o mercado de importados perdeu força e a Kia se viu obrigada a fechar boa parte da sua rede.

Passado o pior momento da crise, a rede de lojas se mantém estável em 2017, disse Gandini. "Quem tinha que fechar já fechou", afirmou. Agora, com a expectativa de melhora para 2018, ele espera reabrir novas concessionárias. Se atingir a meta de vender 20 mil carros, número que ele considera realista, é possível que a rede cresça para algo em torno de 110 lojas.

Ainda de acordo com o executivo, a expectativa de melhora para o ano que vem se sustenta, principalmente, no fim da sobretaxação para veículos importados, que acaba no dia 31 de dezembro de 2017, junto com o Inovar-Auto, regime automotivo que estabeleceu regras para o setor durante cinco anos.

Pelo Inovar-Auto, as marcas que importam veículos têm uma cota para importar sem a sobretaxação, número que varia para cada empresa, mas que não pode superar 4,8 mil unidades. Ao superar essa cota, o governo cobra 30 pontos porcentuais a mais na alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).