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Após reeleição de Dilma Rousseff, Bolsa cai mais de 6% e dólar sobe

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Economia

Após reeleição de Dilma Rousseff, Bolsa cai mais de 6% e dólar sobe

A maior expectativa do mercado agora é sobre a nova equipe econômica e sobre quem substituirá o ministro Guido Mantega na Fazenda neste segundo mandato da petista

Foto: Reprodução

Com a definição do cenário eleitoral, o mercado se ajusta à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Com dez minutos de pregão, a queda do Ibovespa - principal índice de ações da Bolsa - era de 1,74%, mas com vinte minutos de negócios, a baixa já estava em mais de 6%. 

Às 10h23, o Ibovespa recuava 6,20%, cotado a 48.722 pontos, na mínima até o horário. A cotação máxima ocorreu na própria abertura, aos 51.937 pontos. Uma hora depois, às 11h21, a queda era de 4,93%, aos 49.382 pontos.

Liderando a baixa do Ibovespa apareciam as ações da Petrobrás. As ações ordinárias (ON) da Petrobrás, fortemente influenciadas durante toda a eleição pelo noticiário político, recuavam 14,30%, cotadas a R$ 13,70. As preferenciais (PN) tinham baixa de 12,94%, negociadas por R$ 14,21. 

Dólar - O dólar, por outro lado, operava em alta. No horário, a moeda norte-americana avançava 2,84%, cotada a R$ 2,533. Na máxima, o dólar comercial chegou a ser negociado por R$ 2,56.

A maior expectativa do mercado agora é sobre a nova equipe econômica e sobre quem substituirá o ministro Guido Mantega na Fazenda neste segundo mandato da petista, que sinalizou ontem estar disposta ao diálogo.

"Esta presidente aqui está disposta ao diálogo e este é o meu primeiro compromisso", disse Dilma Rousseff, em discurso após a confirmação de sua vitória. A presidente reeleita afirmou que uma de suas primeiras ações será promover com urgência medidas focadas na economia. "Vamos dar impulso às atividades econômicas, em especial à indústria", disse. Dilma prometeu ainda avanços fiscais, na primeira sinalização ao mercado em relação à política fiscal, e no combate à inflação.

O mercado europeu reagiu mal à reeleição de Dilma. Pela manhã, os recibos de ações (ADRs) da Petrobrás recuavam mais de 15% na Alemanha e 8% na Espanha.