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Balança comercial registra superávit de US$ 2,944 bilhões em setembro

Economia

Balança comercial registra superávit de US$ 2,944 bilhões em setembro

O resultado de setembro é o melhor para o mês desde 2011, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

No ano, a balança acumula superávit de US$ 10,246 bilhões Foto: Divulgação

Brasília - A balança comercial registrou em setembro superávit de R$ 2,944 bilhões. As exportações somaram US$ 16,148 bilhões e as importações, R$ 13,204 bilhões. O resultado de setembro é o melhor para o mês desde 2011, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No ano, a balança acumula superávit de US$ 10,246 bilhões.

As exportações brasileiras registraram média diária de US$ 769 milhões em setembro, queda de 13,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já as importações registraram média diária de US$ 628,8 milhões, com retração de 32,7%.

O resultado das exportações é explicado, entre outros fatores, pela retração dos embarques de básicos (-19,6%, com R$ 7,163 bilhões), seguido de semimanufaturados (-12,2%, com R$ 2,227 bilhões) e manufaturados (-4,6%, com R$ 6,330 bilhões).

No grupo de básicos, as maiores quedas ficaram com minério de ferro (-40,4%), petróleo em bruto (-37,8%) e algodão em bruto (-35,2%). Entre os manufaturados, caíram os embarques de açúcar refinado (-33,7%), máquinas para terraplenagem (-28%) e medicamentos (-21,9%). Nos semimanufaturados, houve retração, principalmente, de açúcar em bruto (-37,9%), couros e peles (-30,8%) e semimanufaturados de ferro e aço (-22,2%).

Pelo lado das importações, decresceram as importações de combustíveis e lubrificantes (-61,9%), bens de capital (-27,4%), matérias-primas e intermediários (-26%) e bens de consumo (-23,4%).

De acordo com o MDIC, no grupo de combustíveis e lubrificantes, a retração ocorreu principalmente pela diminuição dos preços do petróleo, naftas, óleos combustíveis, gasolina, gás natural e carvão. Nos bens de capital, caíram as compras de maquinaria industrial, partes e peças para bens de capital para a indústria e equipamento móvel de transporte. Nas matérias-primas e intermediários, houve retração dos produtos minerais, alimentícios e agropecuários não-alimentícios. No caso dos bens de consumo, foi observada queda das compras de automóveis de passageiros e partes, bebidas e tabacos e vestuário.