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IBGE: taxa de desemprego no trimestre até novembro é a menor desde 4º tri/2016

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Economia

IBGE: taxa de desemprego no trimestre até novembro é a menor desde 4º tri/2016

Na mesma base de comparação, o mercado de trabalho perdeu 194 mil vagas com carteira assinada

Rio - A taxa de desemprego de 12% registrada no País no trimestre até novembro foi a menor desde o quarto trimestre de 2016, quando estava nos mesmos 12%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta sexta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O País ganhou 887 mil postos de trabalho em apenas um trimestre, ao mesmo tempo em que 543 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados, na comparação do trimestre encerrado em novembro com o período imediatamente anterior, ou seja, os três meses findos em agosto.

Na mesma base de comparação, o mercado de trabalho perdeu 194 mil vagas com carteira assinada. O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado cresceu em 411 mil pessoas. Outros 193 mil indivíduos aderiram ao trabalho por conta própria.

O setor público teve aumento de 92 mil postos de trabalho em apenas um trimestre. O emprego como trabalhador doméstico aumentou em 217 mil pessoas, alta de 3,5%.

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, o aumento no contingente de trabalhadores domésticos é expressivo. "Não vejo isso como um ponto positivo", afirmou, lembrando que o trabalho doméstico tem salários menores, normalmente a última opção de trabalhadores sem alternativa de emprego.

Na composição por atividades, o número de trabalhadores na indústria cresceu 3,4% no trimestre encerrado em novembro em relação a igual período de 2017, com 394 mil vagas a mais no período de um ano. Na comparação com o trimestre encerrado em agosto, a indústria ganhou 48 mil vagas.

Na contramão, a construção perdeu 121 mil vagas no período de um ano, com queda 1,7% ante o trimestre encerrado em novembro de 2016. Ao longo do ano, porém, a construção civil vem recuperando as contratações, pois o contingente de trabalhadores nessa atividade subiu 1,1% em relação ao trimestre terminado em agosto, com 76 mil vagas a mais.

Na passagem do trimestre findo em agosto para os três meses encerrados em novembro, o destaque foi o comércio, que ganhou 223 mil vagas, um crescimento de 1,3% na população ocupada nesse setor.