Cuckolding: o prazer de ser traído

Você é do time que na cama vale tudo? Ou melhor, que todo fetiche e prazer são válidos? Todo mundo tem algum desejo e certas preferências, do ponto de vista alheio, podem até parecer incomuns. Mas se há consenso de ambas as partes, por que não, né?!

Esses dias vi um burburinho na internet por conta de uma postagem de uma famosa falando sobre o cuckolding. Imagine seu parceiro tendo relações com outras pessoas. Imaginou? Isso é o cuckolding. Aliás, a pessoa que propõe a prática quer estar ali para presenciar tudo. É que ela sente prazer em ver a cena.

Achou estranho? Calma que não tem nada a ver sobre ser corno. Aliás, é muito mais do que o ditado popular tacha de levar um chifre. Porque no fim das contas é a realização de uma fantasia sexual.

Corno é a pessoa que foi enganada pelo seu parceiro, que fez sexo fora do relacionamento, com outros. Diferente da traição, em que as coisas são feitas escondidas do parceiro, no cuckolding, a pessoa não quer perder nada de vista! Nos últimos 12 anos, inclusive, a busca pelo termo nas pesquisas do Google dobraram.

A “brincadeira”, no entanto, precisa de acordos claros. Como em todo relacionamento, é preciso muita parceria, confiança e fidelidade. Sim! Embora possa parecer contraditório, a prática de comum acordo só é feita às vistas do parceiro, fora disso pode ser considerada uma traição dependendo do que foi estabelecido.

Sabia que tem até um nome para as mulheres adeptas à prática? São chamadas de cuckqueans. Pois é, amigos! O mundo das fantasias sexuais é recheado de curiosidades.

E você? Já tinha ouvido falar nos termos? Me conta!

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