O Carnaval capixaba

Foi na década de 1950 que surgiram os primeiros desfiles do Carnaval de Vitória. E os blocos, que animavam a população na época, originaram, de acordo com registros históricos, as principais escolas de samba do Estado.

Em 1987, com a inauguração do Sambão do Povo, as apresentações foram transferidas para o bairro Mario Cypreste. Mesmo com “casa nova”, as escolas de samba deixaram de desfilar por cinco anos, a partir de 1993. A suspensão foi um protesto contra a falta de apoio do poder público. Em 1998, as agremiações decidiram voltar a desfilar, na avenida Jerônimo Monteiro, no entanto, os desfiles realizados entre 1998 e 2001 não envolviam competição.

Em 2002, as apresentações voltaram a ser realizadas no Sambão do Povo, com disputa entre as agremiações e com três dias de duração. A quinta-feira era dedicada ao Grupo de Acesso, a sexta ao Grupo B, e o sábado ao grupo A. A partir de 2016, os desfiles foram reduzidos a dois dias. Após o carnaval de 2017 foi criada a LIESGE (Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial), ficando a LIESES responsável pelo Grupo A.

Em 2019, o Grupo Especial, que desfila no sábado, é composto pela Mocidade Unida da Glória, Boa Vista, Piedade, Novo Império, Unidos de Jucutuquara, Pega no Samba e Imperatriz do Forte.

O Carnaval Capixaba ainda é formado pelas escolas do Grupo de Acesso (Andaraí, Barreiros, Rosas de Ouro, São Torquato, Chega Mais, Tradição Serrana, Chegou O Que Faltava e Império de Fátima), que desfilam na sexta-feira, e pelas escolas da Fecapes (Mocidade Serrana, Mocidade da Praia, União Jovem de Itacibá e Independente de Eucalipto), que desfilam na quinta-feira.

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