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Assassino de John Lennon teve liberdade condicional negada novamente

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Assassino de John Lennon teve liberdade condicional negada novamente

Segundo informações da BBC, o Conselho de Liberdade Condicional de Nova York soltou um comunicado negando o nono pedido de Chapman à liberdade

John Lennon foi assassinado em 1980 Foto: Divulgação

Você se lembra do crime que chocou o mundo em 8 de dezembro de 1980? Esta foi a data em que John Lennon, cantor que fazia parte dos Beatles, foi assassinado por tiros disparados por Mark Chapman, um fã que era obcecado pelo músico. O fato aconteceu quando Lennon chegava ao seu apartamento com a esposa Yoko Ono, na noite do fatídico dia. O assassino acredita que seu crime foi premeditado, egoísta e maligno. Lennon tinha apenas 40 anos de idade na época.

Atualmente com 61 anos de idade, Chapman foi condenado à prisão perpétua em 1981, quando tinha 26 anos. O júri alegou que ele poderia pedir liberdade condicional após 20 anos de confinamento. Ao longo dos anos, aproveitando este direito, Chapman entrou com diversos pedidos de liberdade condicional, que foram negados pelo tribunal. E isto aconteceu novamente pela nona vez na última segunda-feira, dia 29.

Segundo informações da BBC, o Conselho de Liberdade Condicional de Nova York soltou um comunicado negando o nono pedido de Chapman à liberdade.

Apesar de muitos fatores favoráveis, nós achamos que tudo é superado diante a natureza premeditada e de caça à celebridade do crime. Sua soltura é incompatível com o bem-estar da sociedade e desrespeita o cumprimento da lei.

O Conselho considerou fatores como os esforços de Chapman em estudar e se educar, o apoio de seus planos de soltura e uma posição oficial. O assassino poderá entrar com um novo pedido de liberdade condicional em agosto de 2018.