O futebol podia ser mais, mas foi menos

Oito dias de paralisação dos caminhoneiros, falta de combustível em grande parte do país, falta de alimentos, falta de companheirismo e acima de tudo, falta de cidadania.

Diante do caos, o futebol poderia ter sido maior, mas os dirigentes optaram pelo menor.

Fazer uma rodada de Campeonato Brasileiro no meio de uma greve gigantesca, é demonstrar o quanto os dirigentes do futebol brasileiro não estão nem aí pro resto.

As desculpas serão: falta de datas, Copa do Mundo, compromissos com a televisão, etc.

A verdade é que a lei do “que se dane”, sempre é bem forte no futebol e em quem dirige ele.

Crítica também aos jogadores da seleção brasileira. Tudo bem que eles têm o direito a folga, mas precisava desfilar de helicóptero enquanto tem pessoas em filas de posto de combustíveis? Em desespero por comprar comida?

A única luz que vi neste final de semana foram as palavras do técnico do Coritiba, Eduardo Baptista, que não se omitiu diante do caos.

Mas enfim, vem a Copa do Mundo, os brasileiros vão as ruas para torcer, e o que dói, é acreditar que pouco deve mudar na cabeça de quem organiza, participa e faz o futebol brasileiro.

Um abraço, uma grande semana e não esqueça, às 16hs tem Dividida Futebol Clube no Facebook do Folha Vitória.

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