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Brasil garante semifinalista na Gold Coast e Medina leva bronca da organização

Esportes

Brasil garante semifinalista na Gold Coast e Medina leva bronca da organização

Gold Coast - O campeão Gabriel Medina foi eliminado na terceira fase da etapa da Gold Coast, na Austrália, do Circuito Mundial de Surfe, mas o Brasil ainda pode triunfar na abertura do campeonato. Afinal, quatro competidores do País estão classificados para as quartas de final e ao menos um deles vai participar das semifinais.

Na quarta fase, Miguel Pupo triunfou, se classificando para as quartas de final, em uma bateria com apenas surfistas do País. Pupo venceu com 17,23, superando Italo Ferreira, com 13,37, e Wiggolly Dantas, com 13,47. Já Filipe Toledo, com 17,83, ganhou do sul-africano Jordy Smith (16,57) e do australiano Matt Wiliknson (12,23).

Adriano de Souza, o Mineirinho, fez os mesmos 16,50 pontos, do australiano Mick Fanning, mas perdeu pelo critério de desempate, numa bateria que também contou com a presença do também australiano Bede Durbidge.

Assim, Wiggoly, Mineirinho e Italo tiveram que disputar a repescagem. Wiggolly avançou ao derrotar o irlandês Glenn Hall, algoz de Medina, por 17,34 e 13,33. Mineirinho também triunfou, diante de Matt Wiliknson, por 16,94 a 16,07. Já Italo perdeu para o australiano Taj Burrow por 15,73 a 15,50 e foi eliminado.

As quartas de final da etapa da Gold Coast terão um duelo brasileiro, entre Puppo e Wiggolly. Já Mineirinho vai enfrentar o australiano Mick Fanning, enquanto Felipe Toledo terá pela frente o também australiano Bede Durbidge.

MEDINA - Eliminado na terceira fase da etapa da Gold Coast numa bateria em que recebeu punição por interferir na tentativa de Glenn Hall pegar uma onda quando o irlandês tinha a preferência, Medina discordou da decisão, chegando a disparar um palavrão contra o rival em entrevista, além de ter reclamado dos organizadores.

As declarações irritaram a World Surf League, que organiza a competição e divulgou um comunicado em que deu um "puxão de orelhas" no brasileiro. ""Este é o maior palco do surfe profissional, os riscos são altos e não há falta de emoção. A entrevista após a bateria de Gabriel não teve a conduta digna de um atleta desse nível. A liga discutiu com ele e vai tomar novas medidas, se necessário", disse.