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Após quase um mês nos EUA, velocistas brasileiros voltam sem índice nos 100m

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Esportes

Após quase um mês nos EUA, velocistas brasileiros voltam sem índice nos 100m

Miami - Acaba neste domingo o camping de treinamento dos homens do revezamento 4x100m do atletismo brasileiro nos Estados Unidos. Após quase um mês de treinos e competições, o Brasil segue sem ter nenhum atleta qualificado para correr os 100m na Olimpíada. A prova é a mais nobre do programa.

Os brasileiros competiram pelo menos quatro vezes nos EUA e o melhor resultado foi de Vitor Hugo dos Santos, neste sábado. Ele foi 11.º colocado no Mt. Sac Relays, em Norwalk, com 10s25. O índice olímpico é 10s16. Na sexta, em outra competição na Califórnia, Bruno Lins fez 10s30 e Jorge Henrique Vides 10s36.

Os únicos bons resultados foram nos 200m. Aldemir Júnior, que já tinha índice olímpico, ratificou a qualificação no sábado em Norwalk, correndo a distância em 20s32. É o melhor resultado brasileiro desde 2014, quando Aldemir também fez 20s32. Esse resultado permitiria a ele avançar por pouco à semifinal do Mundial do ano passado.

Já Bruno Lins correu os 200m em 20s38 na sexta-feira, mas a marca não foi homologada porque o vento estava mais forte do que o permitido. Ele chegou a ratificar o índice numa prova em Gainesville, no dia 31 de março. Correu exatamente os 20s50 necessários. No ano passado, fez 20s41.

FEMININO - Para as mulheres, o camping vai até o fim do mês. Por enquanto, só rendeu índice olímpico para Franciela Krasucki, que correu nos 100m em 11s31 em Los Angeles, na última quinta-feira, ficando um centésimo abaixo da marca mínima necessária. De resto, nenhuma brasileira correu sequer abaixo de 11s50.

Nos 200m, o melhor resultado foi de Franciela, que fez 23s30 neste sábado, ficando a 0s10 do índice. Rosângela Santos (22s77), Ana Cláudia Lemos (23s08) e Vitória Rosa (23s11) o alcançaram no ano passado. Vanusa dos Santos também chegou perto da qualificação nos EUA, com 23s36 no primeiro dia do mês.

Por fim, Geisa Coutinho mostrou regularidade. Ratificou o índice olímpico nos 400m na sexta, com 51s86, e no sábado, com 51s88. O resultado, vale destacar, não a permitiria sequer avançar das eliminatórias no Mundial. No ano passado, ela já havia corrido a distância em 51s43.