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Justin Gatlin faz melhor tempo do ano também nos 200m

Esportes

Justin Gatlin faz melhor tempo do ano também nos 200m

Mônaco - O velocista norte-americano Justin Gatlin, que já tinha a melhor marca do ano nos 100 metros, se tornou também o mais rápido do mundo dos 200 metros na atual temporada. Nesta sexta-feira, ele fez o tempo de 19s68 e venceu a prova na etapa de Mônaco da Diamond League, circuito que reúne a elite do atletismo.

Numa temporada em que o superastro jamaicano Usain Bolt ainda não competiu - o recordista mundial e bicampeão olímpico dos 100 e 200 metros está se recuperando de contusão -, Gatlin está aproveitando para dominar as duas provas de velocidade, como comprovou novamente com a vitória desta sexta-feira em Mônaco.

Gatlin tem seis das sete melhores marcas dos 100 metros na temporada, começando pelos 9s80 que fez em Lausanne, no dia 3 de julho, e o deixa na liderança do ranking - o trinitário Richard Thompson tem o segundo melhor tempo do ano, com 9s82. Agora, o norte-americano domina também os 200 metros, com 19s68.

Até então, o melhor tempo do ano nos 200 metros era do jamaicano Warren Weir, com 19s82. Mas Gatlin pulverizou a marca nesta sexta-feira, quando ganhou com folga - o segundo colocado foi Nickel Ashmeade, também da Jamaica, com 19s99. Mas segue longe do recorde mundial de Bolt, que cravou 19s19 em 2009.

RESULTADOS - Em outras provas de destaque em Mônaco, a colombiana Caterine Ibargüen precisou se superar para manter uma invencibilidade de quase dois anos. Atual campeã mundial do salto triplo, ela bateu seu recorde sul-americano com 15,31 metros - a antiga marca dela era 14,99 metros - para ganhar da russa Yekaterina Koneva, que ficou com a prata ao fazer 14,89 metros.

No salto em altura, outra disputa bastante equilibrada entre quatro atletas que já superaram 2,40 metros nesta temporada. Atual campeão mundial, o ucraniano Bogdan Bondarenko levou a melhor e venceu justamente com 2,40 metros, ainda sem conseguir bater o recorde mundial de 2,45 metros do cubano Javier Sotomayor, que já dura 21 anos. Dessa vez, o catariano Mutaz Essa Barshim foi prata, o russo Ivan Ukhov levou bronze e o também ucraniano Andriy Protsenko terminou apenas em sexto lugar.