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Após protestos da torcida, Fluminense enfrenta o Coritiba em Volta Redonda

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Esportes

Após protestos da torcida, Fluminense enfrenta o Coritiba em Volta Redonda

Rio - Em uma semana marcada por nova derrota no Campeonato Brasileiro e protestos da torcida, o Fluminense quer vencer o Coritiba para ter um pouco de paz. Com 16 pontos na tabela de classificação após 12 rodadas, o time tem sofrido várias críticas pela falta de regularidade e vê o confronto neste sábado, às 16 horas, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), como a chance de ter um pouco de paz.

O baixo rendimento faz com que o time fique na parte inferior da tabela de classificação, na 12.ª colocação. Uma derrota pode agravar ainda mais a situação, já que poderá ser superado pelo Coritiba, que tem três pontos a menos, mas levaria vantagem no saldo de gols. O time paranaense ocupa a 16.ª posição.

Desde o início do ano, as confusões têm marcado o dia-a-dia tricolor. Além das divergências na diretoria, com as eleições para presidente no final do ano, o time viu a saída do atacante Fred tumultuar ainda mais o ambiente nas Laranjeiras. Sem o centroavante e ídolo da torcida, a equipe tem sentido falta de um centroavante e tem apostado, em vão, no atacante Magno Alves.

O veterano jogador de 40 anos já disputou 25 partidas na temporada e marcou apenas um gol. No Brasileirão, o número é ainda pior com apenas um gol nas nove vezes que entrou em campo. Mesmo em baixa, o centroavante segue como titular em uma equipe que terá várias modificações.

Três por suspensão pelo terceiro cartão amarelo. Na lateral esquerda, Giovanni não atua e cede lugar para Willian Matheus, que fará a sua estreia. O jogador estava na França e foi contratado na janela de transferências internacionais. No meio de campo, Pierre e Dudu entram nos lugares de Douglas e Cícero, com a permanência de Edson. No ataque, Osvaldo ganhou a posição de Maranhão e inicia o jogo.

Sobre o protesto de 15 torcedores nesta sexta-feira, o técnico Levir Culpi minimizou e disse que é normal, mas criticou o grupo. "Tem uma parte da torcida que torce para dirigentes", comentou.