Direito e Cinema: Amor por Contrato

Fonte: Adoro Cinema
Fonte: Adoro Cinema

Tudo bem, já é quase carnaval e nós imaginamos que a maioria de vocês já está contando as horas para iniciar a folia – se é que ela ainda não começou. Mas, para aqueles que não gostam do agito ou que escolheram sossegar/economizar no feriado, aqui segue nossa segunda dica Direito e Cinema para que possam se programar.

Em outras oportunidades, nós falamos aqui sobre os recentes problemas do mundo virtual e da excessiva publicidade disfarçada que chegaram até o CONAR, órgão que também foi objeto de nosso post de ontem.

Sobre essas famosas (e cada vez mais inteligentes) propagandas, sabemos que, quando não advertidas, elas podem afetar nosso cotidiano e até nos fazer questionar alguns valores que podem afetar nossa felicidade. Quem nunca quis emagrecer e definir como certa blogueira, ou comprar o carro e a roupa do momento, ou curtir determinado passeio tão comentado na sua timeline, ou provar determinada comida perfeitamente fotografada para o instagram… Parece real e tentador, mas você sabe distinguir uma imagem real de uma publicidade não avisada?

A confusão pode ter se tornado mais intensa com o “recente” fenômeno das redes sociais, mas ela já é mais antiga  e pode ocorrer de outras formas e fora das telinhas.

É o que nos mostra o filme “Amor por Contrato” (The Joneses, 2009), que conta a história de uma suposta família invejável e perfeita, que, na realidade, é formada por funcionários de certa empresa, focada em nova estratégia de marketing para dar vida a seus produtos.

Superando o típico clichê das comédias românticas, a história de fundo desse filme poderia ser confundida com a de muitas personalidades conhecidas por vocês, com uma crítica distinção: os personagens do “Amor por Contrato” apenas influenciavam seus vizinhos e colegas próximos, limite inexistente em um mundo com milhares de seguidores.

Nós já apresentamos a vocês a visão jurídica com a posição do CONAR e o problema sob a ótica artística, agora, qual é a sua opinião?!

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