Um negócio prá chamar de meu… Gleide, a boleira!

Olá, Pais e Professores Empreendedores!

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Neste post o Blog Educação e Empreendedorismo conta a história de uma pequena empreendedora: a boleira Gleide de Central Carapina – Serra – ES.

Esta baiana, natural de Teixeira de Freitas, conta como tudo começou…

“Fiz meu primeiro bolo aos doze anos para o dia dos professores. Não ficou muito bom mas a turma toda comeu sem reclamar.

Aos 19 anos, mãe solteira e precisando trabalhar para nosso sustento, fiz o bolo de aniversário de 40 anos da minha mãe.

Passou mais um tempo e fiz mais um bolo. Desta vez para o aniversário da minha irmã de 16 anos.

A partir daí comecei a ter encomendas de amigas. – BUSCA DE OPORTUNIDADE E INICIATIVA.

Casei, tive meu segundo filho, mas… eu queria mais da vida profissional!

Então fui estudar, concluí o ensino médio e comecei a comprar revistas de receitas de bolo e decoração. – BUSCA DE INFORMAÇÃO.

Aproveitava para mostrar meus trabalhos nos aniversários de mês filhos. Com isso eu conseguia encomendas de bolos, doces, salgados e tortas. – PERSUASÃO E REDE DE CONTATOS.

A grana dos bolos ainda era curta então voltei a trabalhar como doméstica para complementar a renda de casa. – PERSISTÊNCIA.

Uma coisa que sempre tive em mente foi a questão da RESPONSABILIDADE SOCIAL, então eu era voluntária pelo MEC no programa do governo Escola Aberta. Lá eu era faxineira, ensinava bordados e bijuterias para adolescentes de 10 a 14 anos. – EMPREENDEDORISMO SOCIAL.

Tive mais um bebê e decidi que ia investir mais forte no meu empreendimento de bolos. Fiz um curso de Confeitaria e Panificação de 100h e depois fiz Informática. – BUSCA DE INFORMAÇÕES.

Tudo isso eu fazia sempre pensando num grande sonho: fazer faculdade de Serviço Social. – ESTABELECIMENTO DE METAS.

Foi então que minha vida virou de cabeça para baixo. Meu marido fez uma cirurgia no joelho e, como é motorista, ficou afastado pelo INSS recebendo bem menos que seu salário. Entrou numa depressão muito grave.

O que ele recebia do benefício mal dava para pagar as contas! Fomos morar numa casa cedida pelos meus sogros. E meu filho de 15 anos começou a trabalhar para ajudar.

Foi então que decidimos investir no meu empreendimento como a principal fonte de renda de nossa família. Comecei a fazer salgado em grande quantidade e divulgar. Criei uma página no Facebook chamada Delícias da Vida.

Atualmente:

– Entregamos 3 bolos grandes por sábado mais os pequenos de 3kg.

– Contratei minha irmã para ajudar na produção.

– Com medo, comprei um freezer, uma fritadeira, uma batedeira mais potente e outros utensílios. – CORRER RISCOS CALCULADOS.

– Colocamos também uma barraca na pracinha na Feira de Oportunidades para vender bolos, tortas e salgados. – BUSCA DE OPORTUNIDADE E INICIATIVA.

– Conseguimos montar um barraca de churrasquinho para o meu filho mais velho.

Como última lição, quero dizer que: os valores vêm de uma base familiar estruturada e isso meus filhos têm, por isso não tenho problema com eles, ao contrário, eles acham o máximo ter uma mãe que faz coisas deliciosas. Por isso meu negócio se chama DELÍCIAS DA VIDA.”

É ou não é uma história linda de PERSISTÊNCIA, DETERMINAÇÃO e ATITUDE?

Meu desejo é que a sua meta da faculdade seja alcançada em breve, Gleide!!

DICA AOS PROFESSORES: Retirem os comportamentos destacados no texto e peçam aos alunos para que identifiquem em em grupos.

Você também pode empreender!!

Quando vai ter “Um negócio prá chamar de seu?”

Sucesso ao Delícias da Vida, à Gleide e sua família, aos Pais e Professores Empreendedores!

Até o próximo post!

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