Pediatra dá dicas de como orientar na educação dos filhos

Olá,

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O pediatra espanhol Carlos González deu uma brilhante entrevista e eu vou trazer aqui para vocês uma seleção com o que eu considerei os melhores trechos para refletir:

  • Estranho uma mãe dizer que seu filho só come e dorme e por isso é um anjinho. Alguém queria um marido que só comesse e dormisse? Não é bom só comer e dormir. Isso não é ser bom. Um bebê que chora não é mau, apenas tem instinto.

 

  • Os pais querem filhos que só comam e durmam porque a sociedade exige que a mãe trabalhe mas como a mãe pode trabalhar se o filho precisar muito dela?

 

  • Ninguém acredita que seja bom para um adulto ter limites, pelo contrário, tentamos superar os limites, então por que acreditamos que para as crianças são bons? Nenhum pai quer que seu filho fracasse, então para que se empenham tanto em dizer “não!”, em por limites e em dar disciplina? Se a criança quiser brincar com este papel, se quiser estar ali em vez de estar aqui, por que não deixa-la? Se queremos que, pela vida afora, os nossos filhos consigam fazer tudo o que almejam, temos que educar e orientar para que levem a sua vida adiante, para que façam o que lhes apetece, desde que isso não prejudique ninguém.

 

  • Se a criança quer jogar algo pela janela, não vou deixar. Mesmo que proteste, que chore… Mas não vou dizer-lhe “não e não!”, gritando e deixando-a chorar sozinha. Vou oferecer uma opção e buscar mudar seu foco de atenção: “Não podemos jogar as coisas pela janela, mas podemos brincar com este jogo…”

 

  • Mas se meu filho me pede um sorvete e eu não quero dar porque tem açúcar e faz mal aos dentes. Se ele começa a chorar, se joga no chão e bate com a cabeça na parede… eu dou o sorvete. E não é mau mudar de opinião. Digo: “Não sabia que gostava tanto assim de sorvete.” E nenhum pai perde autoridade por isso. Os pais ensinam aos filhos com seus exemplos. Se dizem que ‘não’ gritando, estão ensinando os filhos a serem inflexíveis. Se dizem com maus modos: “Se quer a porcaria do sorvete, pegue lá!”, estão ensinando a serem vingativos. Se dizem: “Se quer tanto um sorvete, eu te dou. Mas não pode abusar. É só um.” Estão ensinando a negociar.

 

  • As creches não foram inventadas porque os bebês ou as mães precisavam. São os empresários que precisam das creches porque querem que as mães vão trabalhar. (E algumas continuam a servir somente de depósito de crianças esperando os pais voltarem para buscar.)

Sucesso aos Empreendedores!

Até o próximo post!

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