A frustração deve ser, sim, evitada na primeira infância

Olá,

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Às vezes, em minhas palestras sobre a educação e sobre tudo que acredito sobre a Primeira Infância, sou questionada sobre a “necessidade da frustração” para que a criança se desenvolva bem e saiba lidar com os problemas no futuro.

Acredito, sim, que as frustrações ensinam e também acredito piamente que não há necessidade de pais e educadores se ocuparem de criá-las propositalmente. A relação com os colegas e com a própria sociedade já se responsabiliza em fazê-lo.

Acredito que nessas ocasiões, o momento deve ser bem aproveitado para o ensino e desenvolvimento da Inteligência Emocional.

É preciso proteger a criança na Primeira Infância, para que ache o mundo lindo e para que se sinta confiante para desbravá-lo e explorá-lo ao máximo! Para que nele se sinta amada e bem-vinda. Para que se potencialize o desenvolvimento de suas capacidades. Para que se sinta adequada, inteligente, bela e capaz. E, assim, desenvolver em si o arsenal de potencial de recursos internos mais poderoso para lidar com possíveis frustrações que venham a acometê-la no futuro.

Como bem disse Agostinho da Silva, citado no livro “Aprender em Comunidade” de José Pacheco:  “Cada pessoa que nasce deve ser orientada para não desanimar com o mundo que encontra à volta”.

É isso!

Que saibamos criar um mundo à volta de nossas crianças que as anime, que as encha de vida, que as encante, que as conquiste, que as alegre, que as apaixone, que as encha de amor!

Até o próximo post!

Isa

 

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