Azul pretende lançar voo direto de Vitória para Aeroporto de Belo Horizonte

 

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O Aeroporto de Vitória poderá ter voos diretos para a Pampulha, em Belo Horizonte, a partir de abril. A companhia Azul já pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para lançar dois horários entre a da capital capixaba e Belo Horizonte. Atualmente as companhias Gol e Azul têm voos sem escalas de Vitória para Confins, aeroporto localizado a 40 quilômetros de Belo Horizonte.

Até o início de 2012 Vitória tinha voos para Belo Horizonte, com escala em Ipatinga (MG), da Trip Linhas Aéreas, empresa comprada em junho de 2012 pela Azul. Em outubro do ano passado a TAM acabou com o voo direto do Santos Dumont, no Rio de Janeiro, para Vitória.

Azul e Passaredo pretendem lançar a partir de abril deste ano voos da Pampulha para Brasília. De Belo Horizonte para Brasília a intenção da Azul é lançar dois voos em cada sentido. Já a Passaredo pretende lançar um horário partindo da capital mineira pela manhã, retornando no início da noite. Passaredo e Azul vão usar nestas rotas o avião turboélice ATR-72, com 70 lugares. Essas aeronaves já operam no aeroporto da capital mineira.

As companhias aéreas apostam que a agência reguladora do setor vai deixar de lado a regra de que a Pampulha não pode ter voos para capitais. No ano passado a Azul pediu à Anac para lançar voo direto de Belo Horizonte para Curitiba. O pedido foi reprovado pela agência. A negativa pode ser pelo fato de o Governo de Minas, que estava na mãos do PSDB, era contra voos para capitais partindo da Pampulha.

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Um comentário em “Azul pretende lançar voo direto de Vitória para Aeroporto de Belo Horizonte”

  1. Lamentável o acontecimento no vôo 4404 da Azul de Campinas x Vitória em 10/02/2015 que um cadeirante, neuropata, passou mal e teve de ser socorrido de ambulância, juntamente com sua mãe,perdendo seu vôo, tamanho foi seu constrangimento pelo desrespeito ao direito de ir e vir, pelo simples fato de uma falta de comunicação e consecutivas falhas. Sua cadeira de rodas era movida à lítio e não poderia ser embarcada devido ao risco de derramamento do produto e possível dano à aeronave, o que colocaria todos em risco.
    A falha começou em Ribeirão Preto onde o mesmo embarcou. Somente dentro da aeronave com destino à Vitória, a excelente profissional comissária de bordo Bruna, responsável pelo vôo, identificou o problema.
    Espero que falhas como essa não aconteçam novamente.

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