Gente doente emocionalmente, afaste a sua empresa dessa pandemia!

A pandemia nos forçou a estreitar de vez a relação quase inseparável que alguns profissionais possuem com seus empregos. A pouca divisão que ainda existia entre casa-trabalho foi rompida e isso ampliou o debate de como podemos cuidar melhor da saúde física e mental dos colaboradores.

A humanização corporativa termo presente nas organizações nos últimos anos, foi considerado fator de decisão para que fosse possível manter relações mais humanas e consequentemente melhor clima organizacional e ganho de performance.

Passamos a discutir modelos de liderança que se aproximavam mais do imperfeito, que do exemplo. Empresas que se aproximaram dos colaboradores tiveram mais resultado no que diz a manter a saúde física e mental de seus colaboradores.

Em suma, o aspecto humano é fundamental para o resultado positivo de um negócio. Empresas estão mais atentas ao resultado da gestão de clima, por entender que é isso que fará diferença nos resultados financeiros.

Ampliamos o debate sobre quantidade de horas trabalhadas; tempo gasto em atividades pessoais; diversidade do time; políticas de engajamento, integração e benefícios, e demais fatores que impactam no processo produtivo. A satisfação do colaborador passou a ser pilar estratégico.

E as que ainda não fizeram a mudança estão fadadas a crises de rendimento e reputação.

Como gestor, é importante considerar que cada colaborador é único e traz consigo referências adquiridas em sua formação como indivíduo e profissional. Sendo assim, não é possível separar totalmente a vida pessoal da realidade na empresa. Os dois âmbitos precisam coexistir.

Para que o time possa se desenvolver com mais engajamento e disposição, deve-se avaliar os comportamentos internos e promover um ambiente de trabalho aberto ao aprendizado e que estimule a inovação. No dia a dia, o principal multiplicador da cultura corporativa é o gestor. Por isso, ele deve se reconhecer como mensageiro de valores e levar em conta que suas atitudes incentivam os comportamentos dos demais e se estabelecem como exemplos a serem seguidos.

Para preservar e perpetuar essa cultura, também é extremamente importante buscar candidatos que compartilhem dos ideais da instituição. É um cuidado que deve percorrer todas as fases da seleção, pois, no entendimento das características pessoais do talento em potencial e das práticas que valoriza, é possível perceber se ele está alinhado ao que a empresa almeja de maneira holística.

Esse reconhecimento faz muita diferença em sua realização profissional e particular, o que resulta em boas entregas. Para as companhias, o investimento nos times e em uma cultura sólida de valores, hábitos e costumes proporciona um ambiente rico em inovação e excelência no trabalho. Vemos que a humanização das relações é uma mudança muito importante, pois é a junção de referências pessoais e profissionais que torna uma companhia resiliente. Entre as inúmeras mudanças que o mundo dos negócios impõe, o fator humano é o que prevalece.

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