2021 – Quais são as tendências em Gestão de Pessoas?

Ao final de um ano tão desafiador, é hora de tentar prever minimamente o que o futuro nos reserva, pelo menos em relação a Gestão de pessoas.

Considerando o que grandes futuristas, estudiosos e consultorias especializadas, que antecipam dos novos comportamentos de mercado e de pessoas, podemos considerar como tendências para 2021:

O futuro é em equipe:

Com a chegada forçada do modelo de home office para muitas empresas, as pessoas começaram a trabalhar cada vez mais com tarefas fragmentadas, onde o resultado total cabe ao compromisso que cada um tem em realizar as entregas dentro do mesmo padrão.

Isso faz com que as empresas invistam cada vez mais no desenvolvimento de equipes de alta performance.

Por mais que o futuro nos coloque distantes fisicamente, é o trabalho em equipe quem vai determinar quais serão as organizações de sucesso.

 

Pessoas, pessoas, pessoas – Este é o foco!

Entender sobre as motivações, valores e propósitos dos que fazem parte de uma organização.

Trabalhar cada vez mais nas competências socio emocionais dos colaboradores e fazer com que compreendam seu papel na organização para além dos processos definidos.

 

Se não for aqui, onde?

Os colaboradores estão cada vez mais protagonistas em relação a própria carreira. Se por um lado isso amplia a capacidade de questionar dos colaboradores, por outro lado amplia ainda mais o desafio em relação a gestão de pessoas: Criar um ambiente que retenha os melhores talentos. Porque se eles não entenderem que podem crescer profissionalmente e contribuir, eles vão embora.

 

A beleza de ser um eterno aprendiz…

Será que quando Gonzaguinha percebeu a beleza do lifelong learning, ele imaginou que esta seria a competência do futuro? Não se trata apenas de concluir um novo MBA, o conceito de eterno aprendiz nos convida a questionar diariamente o status quo e aprender sobre novos pontos de vista, novas formas de fazer e pensar.

 

Reconhecimento financeiro? Também, mas não apenas

A gente não quer só dinheiro, embora dinheiro seja importante, afinal vivemos em um mundo capitalista. No entanto, o reconhecimento emocional está ganhando cada vez mais força nas organizações. As ações de endomarketing estão provando que quando realizadas de maneira estratégica são potencializadores no engajamento, motivação e ampliação de resultado. No final das contas, esperamos ser reconhecidos financeiramente, mas também queridos como pessoas.

 

Fazer parte de algo que faça a diferença no mundo

As pessoas estão cada vez mais conscientes do seu papel social, estar em uma organização que tenha consciência social e atue na mudança do ambiente em que atua, está na lista das coisas que os talentos buscam na hora de encontrar um emprego. Por isso as empresas atentas as exigências dos colaboradores, a cobrança social e ao próprio propósito estão investindo cada vez mais em projetos sociais que façam a diferença.

 

Se olharmos criticamente, essas tendências já estavam presentes nos últimos anos, a diferença é que estamos vivendo a virada definitiva. As empresas que ainda não fizeram essa mudança precisam investir nisso para se tornarem mais competitivas.

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