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Rio de Janeiro confirma 25 casos de febre amarela, com 8 mortes

Geral

Rio de Janeiro confirma 25 casos de febre amarela, com 8 mortes

Dos cinco novos casos, um foi registrado em Valença, que fica no sul do Estado, e é o município com maior número de casos (13)

O número de casos de febre amarela no Estado do Rio de Janeiro chegou a 25, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (25), pela Secretaria Estadual de Saúde. Em relação ao balanço anterior, do dia anterior, foram confirmados mais cinco casos. Até agora, oito pessoas morreram em função da doença no Estado - mesmo número do balanço desta quarta-feira (24).

Dos cinco novos casos, um foi registrado em Valença, que fica no sul do Estado, e é o município com maior número de casos (13). Dois municípios vizinhos de Valença registram a primeira ocorrência da doença: Vassouras e Rio das Flores. Em Duas Barras, no centro do Estado, foi registrado o segundo caso, e a vizinha Sumidouro registrou a primeira ocorrência. Por enquanto não houve nenhum caso na capital. As mortes ocorreram em Valença (4), Teresópolis (2), Nova Friburgo (1) e Miguel Pereira (1).

Vacinação

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio não divulgou balanço sobre o primeiro dia de vacinação fracionada contra a febre amarela, nesta quinta-feira, mas informou que não foram registradas filas mais longas do que nos dias anteriores, quando as doses eram integrais.

A reportagem constatou reclamações e espera de mais de cinco horas na fila em um posto de vacinação montado pelo governo do Estado em local cedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ), o antigo Palácio da Justiça, na Praça XV (região central). Ali, segundo o TJ-RJ, foram distribuídas senhas para 1 mil pessoas, e esse procedimento será repetido nesta sexta-feira, 26, das 14 horas às 17 horas, e no sábado, 27, das 9 horas às 12 horas.

Alexander Rossino, de 38 anos, que estuda na Escola da Magistratura do Estado do Rio, contou ter recebido a senha de número 456 quando chegou à fila, às 14 horas, e até as 19h15 não havia sido vacinado. "Mas pelo menos esperamos na sombra e recebemos copos d'água", considerou.

A reportagem tentou contato com a Secretaria Estadual de Saúde, que até as 19h15 não havia se manifestado.