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Maioria dos brasileiros apoia racionamento de energia e rodízio de água em São Paulo

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Maioria dos brasileiros apoia racionamento de energia e rodízio de água em São Paulo

O Datafolha realizou a pesquisa entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Foram ouvidas 4 mil pessoas em 188 municípios do país. Na Grande São Paulo, foram entrevistadas 1.231 pessoas em 9 cidades

Os brasileiros também apoiam o rodízio de água Foto: Divulgação

São Paulo - A maioria dos brasileiros apoia a implantação de um racionamento de energia. Na Grande São Paulo, a maioria dos moradores apoia também um rodízio de água. A opinião foi coletada em um levantamento do instituto Datafolha, publicado nesta segunda-feira no jornal Folha de S.Paulo.

No levantamento nacional, 65% dos entrevistados apoiam o racionamento imediato de energia elétrica. Na região metropolitana de São Paulo, 60% dos participantes da pesquisa afirmaram que são a favor de um rodízio de água.

Os porcentuais são maiores entre os entrevistados com maior escolaridade e com renda superior a dez salários mínimos. No caso da energia, o apoio sobe para 77%. No caso do rodízio de água, sobe para 66% no grupo dos entrevistados com ensino superior e para 67% entre os que têm renda mais alta.

Segundo o Datafolha, o menor apoio ao uso controlado da água na Grande São Paulo está entre os idosos (51%), dos que recebem até dois salários mínimos (54%) e dos que cursaram até o ensino fundamental (53%).

Para os participantes da pesquisa, a culpa pela situação de escassez de água na região metropolitana de São Paulo é do governo estadual (37%), de todos (22%), da população (20%) e do governo federal (9%).

Quando perguntados sobre quem é o culpado pela possível falta de energia elétrica, os entrevistados responderam o governo Dilma Rousseff (32%), todos (23%) e a população (18%).

O Datafolha realizou a pesquisa entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Foram ouvidas 4 mil pessoas em 188 municípios do país. Na Grande São Paulo, foram entrevistadas 1.231 pessoas em nove cidades. A margem de erro é dois pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.