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Favoritas ao título desfilam nesta segunda-feira pelo carnaval do Rio

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Favoritas ao título desfilam nesta segunda-feira pelo carnaval do Rio

Entre as desfilantes está a Portela, atual campeã, Beija- Flor, que possui 13 títulos, e o Salgueiro, que este ano irá defender o enredo "Senhoras do Ventre do Mundo"

Diz a tradição carnavalesca que a campeã da folia carioca sempre sai da segunda-feira. Em 33 anos de Sambódromo, só cinco vezes uma escola de samba que se apresentou no domingo saiu vencedora. Este ano, a expectativa sobre a última noite é ainda maior, por ela concentrar agremiações de forte apelo popular e muitas vitórias, como Portela, atual campeã (ao lado da Mocidade). 

Há ainda Beija-Flor (com 13 títulos) e o Salgueiro (com nove, considerados todos os desfiles, desde os anos 1930).

A explicação para a "maldição do domingo", acredita-se, está no modo como se dá o julgamento. Os 36 jurados dos nove quesitos lançam as notas na manhã de terça-feira, ao fim de 13 desfiles, e as escolas de segunda-feira estariam mais "frescas" na memória. 

O Grupo Especial comporta 12 escolas,mas em 2017 nenhuma delas caiu para a série A, por ter sido um ano atípico, com dois acidentes graves com carros alegóricos na pista

Nesta segunda-feira, os enredos vão da alegre homenagem à trajetória do ator, diretor e dramaturgo Miguel Falabella, na Unidos da Tijuca (que abre a noite), às mazelas sociais apresentadas pela Beija-Flor. A escola de Nilópolis fala de miséria e intolerância, a partir da figura do monstro de Frankenstein, de Mary Shelley, em narrativa concluída com a redenção por meio da festa e do samba.

A União da Ilha fala de culinária e pôs em sua panela as influências europeia, indígena e negra. O Salgueiro, afeito a temáticas ligadas à África, cantará as Senhoras do Ventre do Mundo, partindo da "Eva africana", mulher da qual toda a humanidade teria derivado.

Já a Imperatriz leva ao público Uma Noite Real no Museu Nacional, com foco na instituição científica carioca cujo prédio abrigou a família real portuguesa. A premissa é de que só com a vinda de D. João VI, 308 anos depois da chegada dos colonizadores, é que o Brasil começou a ser inventado como País.

Portela e Tijuca - Na Portela, a veterana Rosa Magalhães - a maior vencedora, com sete títulos, ao lado de Alexandre Louzada, da Mocidade - conta uma passagem pouco conhecida de nossa história: a ida de judeus europeus baseados no Recife para Nova Amsterdam, futura Nova York, no século 17.