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Episódio 2: o fim das profissões

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Geral

Episódio 2: o fim das profissões

"O Mundo mudou e as profissões menos criativas vão sofrer o impacto das máquinas prioritariamente, depois todas sentirão"

Gustavo Fernando

Redação Folha Vitória
Foto: Divulgação

(*)Por Flávio Cavalcante
É isso que dizemos para muitas profissões que eram vistas como definitivas e que a maioria de vocês não sabe nem para que serve (tô ficando velho kkkkk!!!). Algumas delas já foram pro beleléu como ascensorista (aquele cara que ficava dentro do elevador perguntando para qual andar iríamos), o datilógrafo (que recebia para teclar, olha que show!!!!) e a telefonistas (dá um google para você descobrir como era uma ligação há uns anos atrás). Mas tem muita profissão que está mudando e até morrendo e os profissionais não estão ligados!

Por exemplo, quanto tempo falta para que os aviões sejam pilotados por máquinas? E os carros? Empresas como Google, Apple e Ford já tem projetos bem avançados de carros autômatos. Engenheiros de Software, que são raros e caros, vão deixar de existir, pois as Inteligências Artificiais farão os sistemas. Digitalização dos processos e aumento no uso de Blockchain (dá um Google também) vai acabar com os auditores e contadores, advogados reduzirão muito o seu trabalho pois Watson, da IBM vai mudar o mundo deles...Um admirável emprego novo surge no horizonte.

Confira o áudio do professor Flávio Cavalcante:

Seja criativo e se prepare para reinventar o mundo

Com as máquinas mais precisas por que precisamos (foi mal o trocadilho) de inspetores de qualidade? E de segurança? E o tiozinho da copiadora vai fazer o que se o PDF cresce em uma velocidade incrível? E o carteiro, se ninguém mais manda carta? Vai ficar só nas entregas dos produtos comprados em sites. Tecnologias como big data e machine learning acabaram com a necessidade do corretor de seguros e dos analistas (de risco, performance, jurídico...). O bibliotecários (o cientista da informação) vai catalogar no site?

A medicina está sendo impactada pela telemedicina, pela nanotecnologia, pelos robôs cirurgiões e pelas inteligências artificiais como o Dr.Google. Já os engenheiros vão ser menos calculistas e mais humanistas esbarrando na área dos administradores.

O mundo mudou e as profissões menos criativas vão sofrer o impacto das máquinas prioritariamente, depois todas sentirão. Mas nessa primeira fase se pergunte: o que eu faço que é criativo e que não pode ser copiado? É nisso que você deve investir.

Ah! A mudança pega todos. É tão simples para a Inteligência Artificial escrever que a Associated Press já usa softwares de 2014 para fazer relatórios internos que escrever notícias será o próximo passo. Pânico instalado aqui na redação do Folha Vitória, quem sabe até eu mesmo não seja um Robô? Então vamos que vamos manter nossa criatividade em forma! Abraços de seu amigo.

Confira a análise do professor Flávio Cavalcante sobre o tema:

*Flávio Cavalcante e professor, palestrante e autor de obras sobre carreira, mercado de trabalho e planejamento estratégico pessoal.