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Idaf garante defesa sanitária em postos nas divisas do Estado

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Idaf garante defesa sanitária em postos nas divisas do Estado

A barreira fiscal faz divisa com o Estado de Minas Gerais e, mensalmente, são abordados cerca de 10 mil caminhões, sendo 4 mil de produtos não fiscalizado pelo Idaf

Foto: Divulgação/Governo

O transporte de produtos de origem animal e vegetal é uma das principais atividades que disseminam pragas e doenças. No Espírito Santo, existem quatro postos de divisas localizados de forma estratégica para que os serviços de defesa sanitária vegetal e animal, exercidos pelos profissionais do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), sejam cumpridos, de forma que o setor não sofra danos econômico e social. 

O posto fiscal de divisa Zito Pinel, em Pequiá, localizado no município de Iúna, é um exemplo. Os profissionais do Idaf trabalham para impedir que essas pragas cheguem as plantações e até mesmo à mesa da população, assim garantindo a sanidade e a qualidade dos produtos oriundos de outros estados.

A barreira fiscal faz divisa com o Estado de Minas Gerais e, mensalmente, são abordados cerca de 10 mil caminhões, sendo 4 mil de produtos não fiscalizado pelo Idaf, 3.500 de produtos animal e 2 mil de origem vegetal. As principais apreensões e atuações no posto são de bovinos e equinos sem Guia de Transito Animal e exames, derivados de leite, carne de boi, porco e pescado sem o Serviço de inspeção Federal e madeira nativa sem Documento de Origem Florestal ou com a documentação vencida. 

No final de maio, o Posto de Pequiá recebeu pela primeira vez a visita de um secretário de Agricultura.  Octaciano Neto percorreu as instalações da barreira fiscal, onde conheceu o trabalho desenvolvido pelos servidores do Idaf.

Octaciano reconhece o trabalho dos profissionais do Idaf que atuam de forma que a fiscalização desses produtos seja feita da maneira correta. “Com essa visita ao posto de Pequiá pude conhecer de perto como é a o dia a dia desses profissionais e a importância do posto para o combate das pragas”, comenta Octaciano. 

“O posto de Pequiá tem grande importância para o Espírito Santo. Por fazer divisa com Minas Grais, conseguimos fiscalizar cargas que entram no Estado, assim, garantido a qualidade e a segurança desses produtos”, declarou Octaciano.