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Major que fugiu do bafômetro após batida em Camburi assume cargo de chefia na PM

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Major que fugiu do bafômetro após batida em Camburi assume cargo de chefia na PM

Almir Alves Barbosa da Cruz foi designado para exercer a função gratificada de chefe de divisão da Diretoria de Apoio Logístico (DAL) da Polícia Militar do ES

Foto: Divulgação/ Prefeitura de Vitória/ Diego Alves
Major assumiu a função de chefe de divisão da Diretoria de Apoio Logístico (DAL) da Polícia Militar

O major da Polícia Militar Almir Alves Barbosa da Cruz, que fugiu sem realizar o teste do bafômetro após se envolver em um acidente de trânsito, na madrugada do dia 22 de junho, na Avenida Dante Michelini, em Vitória, passou a exercer cargo de chefia dentro da Polícia Militar.

Ele foi designado para exercer a função gratificada de chefe de divisão da Diretoria de Apoio Logístico (DAL) da PM. A Portaria nº 386-S, referente à designação, foi publicada no Diário Oficial do Espírito Santo desta quinta-feira (11).

A DAL tem como função a gestão logística da corporação, por meio do planejamento, direção, organização e controle da aquisição, armazenamento e manutenção dos materiais, equipamentos, armamentos, munições, bens móveis e imóveis, obras e instalações patrimoniais, convênios e contratos administrativos da PMES, bem como garantir a eficácia das políticas do Comando Geral no âmbito institucional.

A diretoria é constituída por três divisões: a Divisão de Assuntos Jurídicos, a Divisão Corporativa de Intendência e Obras e a Divisão Corporativa de Material Bélico. A publicação do Diário Oficial não especifica qual divisão passou a ser chefiada pelo major Almir.

O militar se envolveu em um acidente de trânsito, no dia 22 de junho, na Avenida Dante Michelini, na orla de Camburi, em Vitória. Na ocasião, Almir dirigia um veículo oficial da Casa Militar. Ele ocupava o cargo de coordenador de núcleo de transporte terrestre e telecomunicações da Casa Militar, na época.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelo Batalhão de Trânsito (BPTran) no dia da colisão, o militar apresentava sinais de embriaguez e se negou a realizar o teste do bafômetro. No momento da abordagem, o policial ainda teria exigido que um oficial mais antigo atendesse à ocorrência, em vez dos agentes que estavam no local.

O major também teria feito ligações para alguns oficiais, mas não conseguiu que o pedido fosse atendido. Após ser abordado novamente para realizar o teste do bafômetro, o policial resolveu entrar no veículo e ir embora, sem prestar esclarecimentos à polícia.

Dois dias após o ocorrido, o major perdeu o cargo na Casa Militar e foi devolvido aos quadros da Polícia Militar.