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Cadeirante que teve o pé mutilado em plataforma do Transcol tem alta, mas ainda corre risco de amputação

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Cadeirante que teve o pé mutilado em plataforma do Transcol tem alta, mas ainda corre risco de amputação

Nesta segunda-feira, Elcione foi avaliada por um ortopedista. No laudo, o médico relata que a paciente apresenta necrose no pé machucado e por isso ainda corre o risco de amputar o membro

Nove dias após o acidente, especialista avalia o pé da cadeirante que ficou preso no elevador do Transcol Foto: TV Vitória

Uma semana depois do acidente, a cadeirante que teve o pé mutilado no elevador do Transcol na Serra recebeu alta, mas o estado de saúde de Elcione Paes de Almeida preocupa a família. O incidente ocorreu no dia 15 de outubro, quando a vítima embarcava num coletivo da linha 572, que liga os terminais de Laranjeiras e São Torquato.  

Nesta segunda-feira (24), a cadeirante foi avaliada por um ortopedista. No laudo, o médico relata que a paciente apresenta necrose no pé machucado e por isso ainda corre o risco de amputar o membro. 

A sugestão do especialista é que Elcione faça os curativos em Centro Cirúrgico com anestesia e passe por terapia em câmara hiperbárica pra estimular a cicatrização, mas a família afirma não ter condições de arcar com os custos dos tratamentos. “Eu que estou custeando. Só uma medicação que ela toma para evitar trombose custa R$ 86 por comprimido e terá de ser tomado por 21 dias. Sem contar atadura, gaze, luvas, medicações para dor”, lamenta a filha da vítima, Marcelia Paes. 

De acordo com a família, a empresa responsável pelo ônibus em que Elcione se machucou só fez contato uma semana após o ocorrido. A filha informou que a empresa procurou seu advogado para informar que irão prestar auxílio à vítima. O quadro de Elcione é complicado porque, no ano passado, ela sofreu um AVC e por isso tem dificuldades para falar e não anda. 

A assessoria de imprensa da GVbus, sindicato que representa as empresas de transporte coletivo da Grande Vitória, afirmou em nota que a empresa responsável pelo coletivo está à disposição da família e que todos os trâmites devem ser tratados com a seguradora da empresa, que já está em contato com os familiares da Elcione. Sobre as causas do acidente, a GVbus só informou que houve interferência de terceiros. 

Confira abaixo: