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Após tiroteio, Carolina do Sul estuda retirada de bandeira dos Confederados

Polícia

Após tiroteio, Carolina do Sul estuda retirada de bandeira dos Confederados

Charleston - Depois um jovem branco ter sido acusado de matar nove pessoas negras em uma igreja na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, os parlamentares do Estado estudam a possibilidade de retirar de um mastro do governo estadual a bandeira dos Estados Confederados da América, que é um símbolo de tensões raciais no país, depois de 15 anos sem tocar no assunto.

A bandeira, que está alçada em frente ao prédio do governo, representa os Estados do sul do país que se uniram no século XIX para lutar contra os Estados do norte, que defendiam a abolição da escravidão, em confronto que ficou conhecido como a Guerra da Secessão.

Na segunda-feira, a governadora Nikki Haley, do Partido Democrata, pediu a retirada, que precisa da aprovação dos parlamentares. Seu pedido vem cinco dias de um tiroteio ter matado nove pessoas negras em uma igreja na cidade de Chaleston. O jovem Dylann Roof, de 21 anos, é o principal suspeito.

A retirada da bandeira causa polêmica na região, pois, para alguns, é um símbolo do racismo no país e estimula tensões raciais, enquanto, para outros, é um símbolo de tradição dos Estados do sul. Em sua página do Facebook, Roof tem fotos com a bandeira.

Por anos a governadora se esquivou deste tema, mas, agora, disse que decidiu se posicionar motivada pela demonstração de amor e perdão que se seguiu ao "verdadeiro ódio" do crime. Ela lembrou que sua família assistiu à missa de domingo na igreja que foi palco do tiroteio e declarou seus filhos "viram o que a verdadeira fé é". Fonte: Associated Press.