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Mãe nega que tenha colocado mão de filha no forno e diz que foi chinelada

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Polícia

Mãe nega que tenha colocado mão de filha no forno e diz que foi chinelada

A mulher pagou fiança de R$ 3 mil e foi solta nesta segunda-feira (27)

A mulher diz que os hematomas foram causados por chinelada | Foto: TV Vitória

A mãe que foi detida após denúncias de que teria cometido maus tratos contra a filha de 5 anos no último domingo (26), em Cariacica, foi solta nesta segunda-feira (27). A mulher nega que tenha colocado a mão da criança no forno e diz que hematomas foram causados por chinelada.

A mãe da criança, que é comerciante, foi liberada após pagar uma fiança de R$ 3 mil. Ela conversou com uma equipe da TV Vitória. "Não queimei a mão da minha filha. Eu corrigi a minha filha de uma forma errada, sim. Eu peguei o chinelo e comecei a bater na mão dela", afirma.

O chinelo que a comerciante, de 20 anos, alega ter usado é o mesmo que ela calça no dia a dia. No último domingo, a filha mais velha, de cinco anos, foi afastada de casa pelo conselho tutelar, depois de uma denúncia de maus tratos.

Segundo a mãe, tudo que ela fez foi corrigir a criança, pois ela teria pego R$ 20,00 em uma gaveta, sem permissão, e disse que usou para comprar milho cozido. "Eu chamei ela aqui para dentro, fechei o portão do lado de fora, entrei, sentei no sofá e falei: 'fala a verdade, que você não vai apanhar'. Só que ela continuou mentindo. Aí foi a hora que ela me xingou e eu fiquei nervosa com ela", diz.

Moradores disseram para a polícia e conselho tutelar que a mulher teria agredido a menina. A criança contou que a mãe teria colocado a mão dela dentro de um forno. A menina não teve marcas de queimadura, mas ficou com a mão inchada. Por conta disso, os moradores acionaram a polícia.

A mãe da criança pode responder por crime de violência doméstica. A pena varia de 3 meses a 3 anos de prisão. O trabalho do conselho tutelar contou com apoio da Polícia Militar (PM). A menina foi ao Departamento Médico Legal (DML) de Vitória junto com a conselheira tutelar para realização do exame de corpo de delito.