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Envolvidos no assassinato de policial civil em Cachoeiro permanecerão presos

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Polícia

Envolvidos no assassinato de policial civil em Cachoeiro permanecerão presos

Em audiência de custódia, Justiça converteu em preventiva prisão em flagrante de Cristiane Caldeira Burock, Giovani Gama de Oliveira e Felipe Barbosa da Silva

Rodrigo Araújo

Redação Folha Vitória
Elias foi morto a tiros na madrugada da última sexta-feira, em Cachoeiro | Foto: Reprodução

A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante dos três suspeitos de envolvimento no assassinato do policial civil Elias Borrette Mariano. O investigador foi morto a tiros, na madrugada da última sexta-feira (31), na casa onde ele morava com a esposa e uma filha de 5 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado.

A decisão foi tomada durante audiência de custódia, realizada neste domingo (02). Cristiane Caldeira Burock, esposa de Elias, Giovani Gama de Oliveira, que seria o amante de Cristiane, são apontados como os mentores do assassinato. Já Felipe Barbosa da Silva teria executado o crime. Todos confessaram participação e foram autuados por homicídio.

Eles foram presos na sexta-feira, horas após o homicídio. Giovani e Felipe estavam em um carro e foram abordados por policiais em Muqui, no sul do Estado. Já Cristiane chegou a ser levada para um hospital para ser medicada, alegando ter passado mal após o assassinato do marido. No entanto, acabou sendo levada para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cachoeiro após a polícia descobrir seu envolvimento no crime.

A polícia também recuperou duas armas que teriam sido levadas da casa do policial e uma viatura descaracterizada, que Felipe teria usado para fugir do local do crime e que foi abandonada em Atílio Vivácqua, também no sul do Estado.

O crime

Elias dormia em casa, quando foi morto com vários tiros. Apontado como autor do crime, Felipe Barbosa da Silva confessou que usou a própria arma do policial para executá-lo. Pelo serviço, ele disse que recebeu um adiantamento de R$ 1 mil.

Pouco antes do crime, Cristiane teria entrado no banheiro com a filha do casal, de 5 anos, para que ela não presenciasse a morte do pai. Em seguida, com a criança no colo, ela teria ajudado Felipe a fugir.