• Velocidade do vento

  • Previsão de chuva

  • Nascer do sol

  • Por do sol

Umidade relativa do ar: Índice de raios UV:

Dono de frota de táxi é morto após confusão por cerveja dentro de bar na Serra

  • COMPARTILHE
Polícia

Dono de frota de táxi é morto após confusão por cerveja dentro de bar na Serra

O homem era proprietária do estabelecimento e teria negado uma cerveja para o acusado, quando a confusão começou. A arma usada no crime seria da vítima

O crime aconteceu no bairro Alterosas  Foto: Alexandre Kapiche/TV Vitória

Um homem foi assassinado na madrugada deste domingo (27) dentro de um bar, no bairro Alterosas, na Serra. Ataíde Mateus, de 64 anos, era proprietário do estabelecimento, e de acordo com a família, também era dono de uma frota de táxis.

Segundo a filha mais nova da vítima, o pai estava no bar quando Robson da Silva, de 44 anos, entrou pedindo cerveja, mas Ataíde negou e disse que não ia mais vender, pois já estava encerrando o expediente e estava cansado do dia inteiro de trabalho. Foi nesse momento, de acordo com as informações da filha, que o suspeito começou a discutir. Uma outra filha da vítima teria se envolvido na confusão e o acusado teria começado a agredi-la. 

Para defender a filha, o homem foi até o carro, pegou uma arma e voltou para dentro do bar. A mais nova contou que o pai deu um tiro na perna do suspeito, que mesmo ferido conseguiu desarmar a vítima e atirar contra ele. 

Os tiros atingiram o queixo e o braço dele. Ataíde chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu no hospital. O suspeito foi preso e levado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e segundo a polícia, ele já tem passagem pela Justiça. 

Ainda de acordo com a filha da vítima, Robson tem uns problemas pessoais e antigos com o pai dela. A rixa entre os dois começou há pelo menos dois anos por conta de um empréstimo que Ataíde fez para o suspeito de R$ 10 mil.

Máfia dos Guinchos 

O nome da vítima também já foi citado na CPI da Máfia dos Guinchos. Há cinco meses, ele foi o único que resolveu prestar depoimento. Mesmo sem ser permissionário de nenhuma placa de táxi em Vitória, admitiu que paga R$ 2 mil para administrar placas de terceiros através de procuração.