Justiça condena Capitão Assumção por participação na greve da PM

Condenação

A juíza Gisele Souza de Oliveira, da 4ª Vara Criminal de Vitória, condenou o deputado estadual Capitão Assumção (PSL) por envolvimento na greve da Polícia Militar, ocorrida em fevereiro de 2017. A pena é de cinco anos e seis meses, em regime semiaberto. Ainda cabe recurso. Segundo a juíza, Assumção foi o idealizador e principal articulador do movimento paredista.

O que diz o deputado

A assessoria de Capitão Assumção só se pronunciou por telefone, e disse que ele só vai falar sobre o caso na próxima segunda (30), no plenário da Assembleia Legislativa, quando, de acordo com a assessoria, “vai desmascarar a juíza que o condenou”. É esperar pra ver.

A greve

Durante 20 dias, entre 4 e 24 de fevereiro de 2017, a Polícia Militar do ES fez um movimento de paralisação, que deixou um rastro de 215 homicídios e saques ao comércio, na maior crise da história da segurança pública do estado.

Aplicativo

O deputado estadual Vandinho Leite (PSDB) preside a Frente Parlamentar em Defesa dos Motoristas de Aplicativos do Brasil – que diz ser a primeira do gênero no país. Nesta semana, Vandinho criou um “pacotaço” de projetos voltados à categoria. São cinco projetos de lei no total.

Aplicativo II

Vandinho quer criar o botão do pânico, isentar o motorista de IPVA na compra de veículos novos, instituir o dia 19 de setembro como o Dia Estadual dos Motoristas de Aplicativos e, ainda, reacende a polêmica sobre segurança versus invasão de privacidade. Um dos projetos torna obrigatória a identificação dos passageiros pelas operadoras do serviço, e outro determina a identificação dos usuários com uso de biometria facial.

Na gaiola

Depois de uma ação que se arrastou por 11 anos na Justiça – e da fuga recente após a condenação – finalmente está preso o ex-vereador de Mimoso do Sul, José Jardel Astolpho, acusado de ser o mandante do assassinato do próprio cunhado, Sebastião Carlos Oliveira Filho. José Jardel pegou pena de 18 anos e seis meses em regime fechado. 

Questão portuária

Audiência Pública realizada na última quinta (26) no Tribunal Regional do Trabalho (TRT/ES) reuniu representantes do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), do Sindicato dos Estivadores (Sindiestiva), operadores portuários, Codesa e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/ES). 

Questão portuária II

Na pauta, os desafios diante da crise econômica e os conflitos trabalhistas. Após duas horas de reunião, ficou decidido que as entidades terão prazo de dez dias para criar grupos de trabalho e elaborar estudos visando equacionar os conflitos.

Foto da coluna: Wikipédia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *