Samara Felippo sempre faz desabafos importantes e propõe reflexões necessárias nas redes sociais.
Recentemente, a artista lançou um livro chamado Mulheres Que Habitam Em MIM que traz algumas revelações e questionamentos sobre a vida, maternidade e desconstrução. Lembrando que Samara Felippo também encerrou uma temporada de sucesso no teatro quando levou para os palcos uma maneira bem sincera e humorada sobre os dilemas de ser mãe.
Apesar de ter me aberto totalmente sobre o que penso e o que vivi como mãe no palco, no livro eu consegui contar minha história de uma forma ainda mais intimista. Cada linha tem o propósito de desromantizar a maternidade com a coragem de dizer tudo aquilo que ninguém tem coragem de expor. É preciso lembrar que a forma como esse papel social feminino sempre tem sido transmitido expõe um perfil totalmente equivocado sobre o que é ser mãe. O efeito disso são conflitos de opiniões, sentimentos e atitudes. Diante desse tipo de narrativa, como não ter um filho ou uma filha, fruto do amor, e acima de tudo, um pedacinho de você? Eu segui pensando que essa era a verdadeira analogia da maternidade, revela a artista.
Algumas frases de impacto já pipocaram nas redes socais e Samara ainda aborda no livro a luta contra o racismo e desabafa sobre a maternidade:
Amo minhas filhas, mas não gosto tanto de ser mãe!
Polêmica!