A surpresa escondida por trás da valorização dos imóveis

Muitas são as informações que devemos intuir quando se trata do mercado imobiliário. Sim, o Covid-19 acelerou todas as peças do tabuleiro e elas estão se mexendo a todo tempo.

Nesse panorama, algumas peças parecem ter impactos maiores na decisão de quem se interessa por mercado imobiliário. Vou assinalar algumas circunstâncias para quem deseja adquirir residência ou investir em imóveis na planta.

A análise é que o custo da construção civil vai fazer com que os imóveis, no Brasil e no Espírito Santo, passem por uma alta de preço. Depois, em período de queda. Essa opinião que tenho é também compartilhada por alguns especialistas do país, como é o caso do empresário Antônio Setin.

Alta no preço do imóvel

O preço do imóvel vai subir muito por conta do custo de obra. No panorama anterior, devido à Covid-19, os construtores do Espírito Santo achavam que o custo iria cair. O que aconteceu, no entanto, foi o contrário.

O aço, o cimento e o elevador subiram de preço e as permutas estão ficando mais altas. Isso promove uma alta de valores, ainda mais com a tecnologia sendo um importante recurso para a sociedade pós-Covid. O elevador, por exemplo, terá impactos tecnológicos, como o sistema touchless – não haverá necessidade de apertar o botão para acioná-lo.

Isso não é regra para todos os imóveis, pois o programa de habitação popular “Minha Casa, Minha Vida” vai continuar sendo beneficiado por juros atraentes. Isso faz com que, mesmo com a alta do custo da obra, esse produto continue interessante para quem deseja adquirir um imóvel.

Permuta dos terrenos

Vamos falar agora sobre a permuta dos terrenos. Atualmente, está nas mãos do dono do terreno escolher para quem vai vender e não o contrário. Tempos atrás, muitos donos de áreas queriam comercializar seus espaços porque o panorama era incerto e não se sabia quando teríamos uma retomada.

Isso tem feito com que o “solo” fique mais caro e as negociações para empreendimentos também fiquem cada vez mais difíceis. Ou seja, o que interessa são negociações que viabilizem um preço mais atraente.

Devemos perceber que desde 2017 o mercado imobiliário estava enfrentando uma desaceleração. O que se percebe, no entanto, é uma recuperação mais acentuada e não parece ser algo passageiro e sim, o início da retomada e de um crescimento veloz.

Déficit habitacional

No país, não há como negar que temos um déficit habitacional que aumenta o apetite de investidores e empresários por novos lançamentos. Aliado a isso, temos o fato de que o brasileiro gosta demais de investir em imóveis e se sente seguro quando adquire um.

Com a taxa básica de juros, chamada Selic, em baixa histórica, além de uma inflação que parece estar cada vez mais controlada, não parece ser uma decisão inteligente manter dinheiro guardado.

O dinheiro tem valido cada vez menos e o imóvel tem sido, sem sombra de dúvida, um recurso muito procurado por quem tem dinheiro guardado.

Novos ciclos pandêmicos

Deve-se também levar em consideração que muito se fala de novos ciclos pandêmicos e de empreendimentos que terão seus lançamentos em lugares próximos à natureza.

Além disso, temos as conhecidas segundas residências – que parecem não ocupar mais tal posição e sim, uma opção válida para quem já está no topo da pirâmide, interessado em viver próximo à natureza e longe da correria dos centros urbanos.

Esses fatores fazem com que o tabuleiro do mercado imobiliário seja dinâmico. Digo que, quem ficar atento à essas mudanças, vai, com certeza, tirar o melhor proveito, seja para venda, compra ou lançamentos imobiliários.

Estica o braço que é tudo seu, põe na porta do Abreu!

Ficamos de olho em tudo que acontece no mercado imobiliário para que você, construtor, corretor ou interessado em investir, entenda tudo que está acontecendo semana após semana.

Queremos que você tome a melhor decisão dentro do mercado imobiliário.

Tamo junto!

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Thiago Abreu

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