Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

Mar 2020
26
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

Mar 2020
26

Maratona de Lives da Apex Partners

PicPay e Shipp também irão ajudar pequenos negócios

Rodrigo Miranda, co-fundador do app de entregas Shipp e da loja autônoma Zaitt, diz que nessa crise, todos têm que dividir os prejuízos. Na live promovida pela Apex em parceria com o Folha Business, ele afirmou que está em um "malabarismo 24h", se referindo à gestão da Shipp em meio a esse caos. A proposta é ajudar os pequenos (e vulneráveis) negócios.

"Quando somos agregadores, isto é, conectamos restaurantes, entregadores e clientes, compramos brigas pelos nossos parceiros, exigimos concessões deles e fazemos nosso sacrifício. Estamos conectando diferentes restaurantes que têm de espaços complementares e subutilizados e trazendo novos serviços como a venda de crédito antecipado para estabilizar o caixa dos parceiros. O objetivo é sair dessa crise" pontua Miranda

Dos maiores aprendizados desse momento turbulento, o empreendedor capixaba destaca que os pequenos negócios estão novamente sendo obrigados a se reinventar. "A maior fragilidade dos restaurantes é a alavancagem e o alto custo fixo. Nesse momento, vemos cozinhas dedicadas exclusivamente ao delivery com baixíssimo custo que tem melhores chances de sobreviver à crise.", observa Miranda

PICPAY APOIA EMPREENDEDORES E COMUNIDADES

Diogo Roberte, cofundador da startup capixaba de pagamentos PicPay, que também participou da maratona de lives de ontem (25), afirmou que, neste momento, a empresa traça planos para ajudar pequenos negócios e projetos voltados para trabalhos sociais.

"Nosso time de mais de 1.300 pessoas está engajado em duas frentes principais. A primeira é em auxiliar diretamente o microempreendedor, através da redução das taxas de transação e ações para melhorar o fluxo de caixa. A segunda é ajudar ONGs sérias a se conectar a potenciais doadores através do nosso aplicativo, para que elas possam atravessar esse momento de crise e continuar com os trabalhos de apoio social.", detalha Diogo, que também destaca o empenho do PicPay em se comunicar com as favelas do país, que carecem de acesso a serviços bancários.

Diogo avalia que essa crise que vivemos separa quem consegue ser criativo e manter os pilares básicos de gestão ao mesmo tempo. Para ele, não basta a empresa ser disruptiva se ela não tem um fluxo de caixa para amortecer as quedas.

"Essa situação leva os empreendedores a repensar: como sobreviver a outras situações como essa. Estou suficientemente digital? O meu posicionamento é adequado? Minhas finanças estão saudáveis?", finaliza o empreendedor.

Maratona de Lives da Apex Partners

"Não é hora para dar calote", diz Casotti, da Biancogres

Darks Casotti, CEO da Biancogres, afirmou em live que atualmente os empresários brasileiros estão sufocados por dois grandes riscos em meio à crise de coronavírus. O primeiro é de ter casos da doença em sua organização; o segundo, o risco de ter perdas permanentes com a paralisação das atividades. Assim, ele adianta que a saída para essa crise vai ser muito penosa, e o maior desafio das empresas será manter o fluxo de caixa. Casotti observa que é importante que os empresários zelem pela cadeia de fornecedores, oferecendo crédito a taxas justas. “Neste momento, não devemos buscar aumentar margens de lucro, mas em manter o ecossistema de negócios sustentável até que haja sinais de normalização.” Para ele, os gestores devem controlar o pânico e se comprometer com as ações de prevenção de coronavírus e na condução dos negócios, sempre cobrando do setor público medidas adequadas.

Postado Agora

Lockdown vertical

Hoje, o empreendedor Tallis Gomes, fundador da EasyTaxi e Singu, defendeu o lockdown vertical em suas redes sociais.

Postado Agora

Quarentena Flexível

O lockdown vertical, ao contrário do horizontal que vivemos, permite as pessoas fora do grupo de risco (jovens e adultos) trabalharem enquanto pessoas no grupo de risco permanecem isoladas.

Postado Agora

O país não aguenta

Para ele, o Brasil não pode ter uma quarentena igual à Itália. Segundo ele, por nossa renda ser quatro vezes menor, vamos sofrer com desemprego e fechamento de empresas em um ritmo mais acelerado caso o lockdown permaneça.

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