Maio 2020
5
Ricardo Frizera
MUNDO BUSINESS

porRicardo Frizera

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porRicardo Frizera

"Não devemos torcer para que o avião caia", diz do Val sobre impeachment de Bolsonaro

Em meio à crise política e econômica provocada pelo corovírus, o fantasma do impeachment contra o presidente volta a pairar sobre Brasília. Entre os principais motivos, denúncia de interferência política na Polícia Federal, participação em ato pró-intervenção militar, disseminação de notícias falsas e desobediência ao isolamento social imposto pela covid-19 por meio da formação de aglomerações.

“Isso adiciona ainda mais instabilidade e afasta investidores. Nosso país tem uma democracia nova e precisamos dar suporte para que ela caminhe. Não devemos torcer para que o avião caia, mas tentar ajudar o piloto a passar por esse período de turbulências. O certo é dar apoio e construir as circunstâncias favoráveis para que ele cumpra o seu mandato”.

De fato, com previsões catastróficas para a economia, é difícil se pensar em criar ainda mais incerteza. Do Val disse ter se reunido com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que informou que “o cenário pessimista é de redução de 7% do PIB em 2020”.

Longe do Planalto, Marcos do Val também vê momento hostil para governadores, que estão implementando as medidas de isolamento social e funcionamento das atividades econômicas– um risco à popularidade deles.

Ele pontuou que “foi um momento muito ruim pros governadores. Muitos são acusados de querer manter as pessoas em casa, como se eles se beneficiassem disso. Mas acredito que o prejuízo das medidas de isolamento necessárias será grande, pois não há arrecadação de impostos e depois as pessoas voltarão a pedir por segurança, saúde, educação”.

De outro lado, ele afirma que, em meio a ações de preservação da saúde pública, existem casos de corrupção em andamento. A exclusão da necessidade de licitação vem sendo noticiada como uma das principais causas.

“Todas as votações no Congresso foram unânimes para permitir que os governos fossem eficientes na proteção à vida, infelizmente estão acontecendo casos de corrupção e eu tenho feito várias denúncias”, encerra o senador.

Ativismo judicial não resolve juros altos

A Justiça Federal proibiu os bancos de aumentar seus juros de empréstimos durante a crise do Coronavírus. Segundo o juiz que assinou o decreto, de nada adianta a criação de normas para ampliação de crédito se esse crédito não circula, ficando represado nas instituições financeiras.

De fato: as taxas cobradas dos clientes na hora dos empréstimos não caíram na mesma intensidade que o juros da economia, que encerraram 2019 em seu mínimo histórico. Mas não será ativismo judicial que resolverá esse problema brasileiro.

A visão completa de Tiago Pessotti, estrategista-chefe da Apex Partners, no artigo deste link.

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